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Sábado

FESTA RUSSA

 

Na Casa da Rússia, perto do Forte de Copacabana, russos comemoram a medalha de ouro das meninas no handebol. Há matrioskas gigantes para tirar fotos, jogos de mesa para brincar e estandes de fotos com chapéus russos e aparatos esportivos, como esgrima. O time visita o local às 21h para comemorar a vitória. A casa fecha às 22h. (Foto: Rio 2016/Fernanda Ezabella)

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<p><strong>FESTA RUSSA</strong></p>

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<p>Na Casa da Rússia, perto do Forte de Copacabana, russos comemoram a medalha de <a href="https://www.rio2016.com/noticias/russia-derrota-a-franca-e-conquista-ouro-no-handebol-feminino" target="_blank">ouro das meninas no handebol. </a>Há matrioskas gigantes para tirar fotos, jogos de mesa para brincar e estandes de fotos com chapéus russos e aparatos esportivos, como esgrima. O time visita o local às 21h para comemorar a vitória. A casa fecha às 22h. (Foto: Rio 2016/Fernanda Ezabella)</p>
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RUMO AO OURO INÉDITO

 

Hora de torcer pela seleção brasileira de futebol masculino.

 

 

 

OURO QUE VIROU ROTINA

 

A seleção feminina de basquete dos Estados Unidos garantiu seu sexto título Olímpico seguido. Desde Atlanta 1996, as norte-americanas não perdem uma final. Dessa vez, elas venceram a Espanha por 101 a 72. Lembrando que os EUA ainda têm outros dois ouros, de Los Angeles 1984 e Seul 1988. Resumo: as norte-americanas só não foram campeãs olímpicas em Barcelona 1992, quando terminaram com o bronze. (Foto: Getty Images/Tom Pennington)

<p><strong>OURO QUE VIROU ROTINA</strong></p>

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<p>A seleção feminina de basquete dos Estados Unidos garantiu seu sexto título Olímpico seguido. Desde Atlanta 1996, as norte-americanas não perdem uma final. Dessa vez, elas venceram a Espanha por 101 a 72. Lembrando que os EUA ainda têm outros dois ouros, de Los Angeles 1984 e Seul 1988. Resumo: as norte-americanas só não foram campeãs olímpicas em Barcelona 1992, quando terminaram com o bronze. (Foto:&nbsp;Getty Images/Tom Pennington)</p>

TORCIDA AMARELINHA

 

Tem torcida de famosos já esperando por Brasil e Alemanha no Maracanã.

 

ESTÁDIO LOTADO

 

A expectativa é de Maracanã lotado para a final do futebol masculino entre Brasil e Alemanha. A movimentação no entorno do estádio já era grande duas horas antes do início da partida. (Foto: Rio 2016/Rafael Cavalieri).

<p><strong>ESTÁDIO LOTADO</strong></p>

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<p>A expectativa é de Maracanã lotado para a final do futebol masculino entre Brasil e Alemanha. A movimentação no entorno do estádio já era grande duas horas antes do início da partida. (Foto: Rio 2016/Rafael Cavalieri).</p>

MARADONA NO MARACANÃ?

 

Até Diego Maradona está no Maracanã para acompanhar a final do futebol entre Brasil e Alemanha. Calma! O argentino em questão é Jilvaniu Silva, mais conhecido como Maradona de Bangu. Ele acredita que a seleção brasileira vence por 5 a 1 e leva o ouro. (Foto: Rio 2016/Sofia Perpétua)

<p><strong>MARADONA NO MARACANÃ?</strong></p>

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<p>Até Diego Maradona está no Maracanã para acompanhar a final do futebol entre Brasil e Alemanha. Calma! O argentino em questão é Jilvaniu Silva, mais conhecido como Maradona de Bangu. Ele acredita que a seleção brasileira vence por 5 a 1 e leva o ouro. (Foto: Rio 2016/Sofia Perpétua)</p>

É DAQUI A POUCO!

 

Neymar está no clima da decisão do inédito ouro Olímpico para o futebol brasileiro, contra a Alemanha, às 17h30, no Maracanã.

 

ENQUANTO ISSO NA PRAÇA MAUÁ...

 

Público toma conta da Praça Mauá, no Centro do Rio, para acompanhar a final do torneio Olímpico de futebol, às 17h30, contra a Alemanha. Enquanto a bola não rola no Maracanã, brasileiros torceram por Maicon Siqueira, que acabou eliminado no taekwondo. (Foto: Rio 2016/Evandreia Buosi).

<p><strong>ENQUANTO ISSO NA PRAÇA MAUÁ...</strong></p>

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<p>Público toma conta da Praça Mauá, no Centro do Rio, para acompanhar a final do torneio Olímpico de futebol, às 17h30, contra a Alemanha. Enquanto a bola não rola no Maracanã, brasileiros torceram por Maicon Siqueira, que acabou eliminado no taekwondo. (Foto: Rio 2016/Evandreia Buosi).</p>

AMOR NA PELE

 

Rafael Gomes veio de Salvador para pintar bandeirinhas do Brasil e da Alemanha nos rostos dos torcedores. Ele aproveitou para realizar o sonho de conhecer o Rio de Janeiro. (Foto: Getty Images/Sofia Perpétua)

<p><strong>AMOR NA PELE</strong></p>

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<p>Rafael Gomes veio de Salvador para pintar bandeirinhas do Brasil e da Alemanha nos rostos dos torcedores. Ele aproveitou para realizar o sonho de conhecer o Rio de Janeiro. <em>(Foto: Getty Images/Sofia Perpétua)</em></p>

PUNHO DE OURO

 

BRONZE PARA A NIGÉRIA

 

A Nigéria ficou com a medalha de bronze no futebol masculino. Por 3 a 2, os nigerianos venceram Honduras. (Foto: Getty Images/Pedro Vilela)

<p><strong>BRONZE PARA A NIGÉRIA</strong></p>

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<p>A Nigéria ficou com a medalha de bronze no futebol masculino. Por 3 a 2, os nigerianos venceram Honduras. <em>(Foto: Getty Images/Pedro Vilela)</em></p>

CULTURA CIGANA

 

Nara Figueiredo, de 69 anos, é professora de dança cigana e levou seu grupo de alunas na Praça 15 para uma apresentação. "A cultura cigana tem tudo a ver com o espírito Olímpico de união dos povos. E o povo cigano tem também suas competições de esporte todo os anos. Estamos aqui para mostrar nossa cultura", disse.

<p><strong>CULTURA CIGANA</strong></p>

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<p>Nara Figueiredo, de 69 anos, é professora de dança cigana e levou seu grupo de alunas na Praça 15 para uma apresentação. "A cultura cigana tem tudo a ver com o espírito Olímpico de união dos povos. E o povo cigano tem também suas competições de esporte todo os anos. Estamos aqui para mostrar nossa cultura", disse.</p>

TRI PORTA-BANDEIRA

 

Isaquias Queiroz é o primeiro brasileiro a conquistar três medalhas em uma edição dos Jogos Olímpicos para o Brasil. Ele merece essa honra.

 

PAMELLA GUERREIRA

 

A brasileira Pamella Oliveira ficou com a 40ª colocação no triatlo. Ela, que era a única atleta do Brasil na prova, cruzou a linha de chegada emocionada com o apoio da torcida, que a impulsionou por toda modalidade. O ouro ficou com a americana Gwen Jorgensen, a prata com a atleta da Suíça Nicola Spirig Hug e o bronze com Vicky Hollad, da Grã-Bretanha. (Foto: Getty Images)

<p><strong>PAMELLA GUERREIRA</strong></p>

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<p>A brasileira Pamella Oliveira ficou com a 40ª colocação no triatlo. Ela, que era a única atleta do Brasil na prova, cruzou a linha de chegada emocionada com o apoio da torcida, que a impulsionou por toda modalidade. O ouro ficou com a americana Gwen Jorgensen, a prata com a atleta da Suíça Nicola Spirig Hug e o bronze com Vicky Hollad, da Grã-Bretanha. <em>(Foto: Getty Images)</em></p>

FORA DO SALTO

 

Hugo Parisi fez uma bela participação na semifinal do salto ornamental plataforma 10m. Mas o brasileiro não conseguiu se classificar para a final. Ficou com 417.15 pontos na 16ª colocação.