FORA DO PÓDIO
No voleibol masculino, o Brasil venceu o primeiro set contra a Argentina e agora disputa o segundo set, por enquanto bastante equilibrado. Já no vôlei de praia, a dupla americana formada por Walsh e Ross venceu as brasileiras Talita e Larissa e ficou com a medalha de bronze. Logo mais tem a final, entre as brasileiras Agatha e Barbara e as alemãs Ludwig e Walkenhorst.

JAMAICANOS RAPIDINHOS
Depois de correr e liderar a semifinal dos 200m rasos, Bolt passou pela zona mista, onde conversou com os jornalistas. No meio do papo, parou para acompanhar a final feminina da mesma prova. E vibrou bastante com a vitória da compatriota Elaine Thompson, que, como Bolt, já havia conquistado o ouro nos 100m rasos. Dafne Schippers, dos Países Baixos, ficou com a prata, e o bronze foi para Tori Bowie, dos Estados Unidos.
VAI, BRASIL!
Luciano e Luciana Velasquez vestiram verde e amarelo na noite desta quarta (17) para torcer pelo Brasil no voleibol, no Maracanãzinho. O casal de cariocas já viu "uns 4 ou 5 jogos", de acordo com Luciano. "Hoje cedo, vimos Rússia e Canadá, mas foi muito rápido, 1h10", disse ele. Na partida da noite, ele espera um duelo mais disputado entre Brasil e Argentina. "O jogo vai ser duro, mas vai dar Brasil. Temos que ganhar", afirmou o torcedor.

VIZINHOS EM PAZ
O argentino Oscar Nejamen, que está no Maracanãzinho para o voleibol, é bem mais baixo que seu xará brasileiro que fez fama no basquetebol. Ele veio torcer pela seleção de seu país na partida contra o Brasil hoje no Maracanãzinho. "Vai ser um jogo difícil, mas tenho esperança de que podemos ganhar. Só que o Brasil é favorito", diz ele. O morador de Buenos Aires destacou o clima "amável" que, na sua opinião, tem marcado os Jogos Olímpicos. "Brasil e Argentina têm feito uma grande festa juntos", afirmou.

IMBATÍVEL
Usain Bolt correu a semifinal dos 200m rasos em 19,78s. Foi o primeiro colocado da segunda série, apenas 2 centésimos de segundo à frente do canadense Andre de Grasse. Mas nitidamente o jamaicano diminuiu o ritmo na reta final, talvez se poupando para a final, que acontece na quinta-feira (18). O terceiro melhor tempo da semifinal é do americano Lashawn Merritt, que liderou a primeira série com 19,94s. Duas decepções na terceira série: o americano Justin Gatlin, com 20,13s, e o jamaicano Yohan Blake, com 20,37s. Ambos estão fora da final.
CONEXÃO JAMAICA-BRASIL
Michael Young chegou da Jamaica há dois dias, com mais cinco pessoas da família. Todos se sentem em casa, chupando algumas tangerinas na arquibancada do Estádio Olímpico. O objetivo, claro, é ver o "triplo-triplo" de Usain Bolt, que já ganhou um ouro e agora persegue os outros dois. "As pessoas lá em casa estão totalmente ensandecidas! Aqui no Brasil também!", diz Michael, antes de começar a bater palmas alucinadamente. "Todo mundo está sendo muito legal com a gente, dando informações e tudo. A comida também é muito boa", afirmou.

LONGA VIAGEM
Steve Hill adora esportes e enfrentou uma boa viagem da Nova Zelândia ao Brasil, como já havia feito há quatro anos, quando foi aos Jogos Londres 2012. "Acompanhei Sydney 2000, mas ainda era muito pequeno", conta Steve, que gostou dos brasileiros e da cidade do Rio de Janeiro. Ele já foi à natação e ao remo e se diz muito feliz por ter visto ao vivo Phelps e Bolt. Só não faz o tipo esportista: "Não prático nada, no máximo jogo um pouco de críquete."

DERROTA E ADEUS
A Argentina até que começou bem, acertou bola atrás de bola no início do jogo e deu a esperança de que poderia repetir Atenas 2004, quando venceu a seleção americana masculina de basquetebol. Mas ficou naqueles minutos iniciais. Os Estados Unidos assumiram o controle das ações ainda no primeiro quarto, passaram à frente e, ao longo do jogo, só fizeram ampliar a vantagem. No final, os americanos venceram por 105 a 78, com autoridade. Foi a melhor atuação dos EUA nos Jogos Rio 2016. Ao final do duelo, emoção na quadra com a despedida de Manu Ginobili, que pela última vez entrou em quadra em Jogos Olímpicos. Ele anotou 14 pontos, um a menos que Luis Scola, cestinha da Argentina. Kevin Durant, com 27 pontos, foi o principal anotador da partida.

ENTROU PARA A HISTÓRIA
A japonesa Kaori Icho tornou-se nesta quarta-feira (17) a primeira mulher na história a ganhar quatro medalhas de ouro em provas individuais, em quatro Jogos Olímpicos seguidos. Ela, que compete na categoria livre 58kg, venceu a tunisiana Marwa Amri, na Arena Carioca 2. Kaori se juntou ao seleto grupo de cinco homens medalhistas de ouro individuais também em em quatro edições seguidas dos Jogos Olímpicos: Al Oerter (EUA) em lançamento de disco dos homens 1956-1968, Carl Lewis (EUA) no salto em distância 1984-1996, Ben Ainslie (Grã-Bretanha) na vela (Laser, Finn) 2000-2012, Paul Elvstrom (Dinamarca) na vela (Firefly, Finn) 1948-1960 e Michael Phelps (EUA) nos 200m medley individual na natação. (Foto: Getty Images/Lars Baron)

BRASILEIRO NA PISTA
No primeiro dia de disputas do ciclismo BMX, o brasileiro Renato Rezende se classificou para as quartas de final que serão disputadas nesta quinta-feira (18). A pista do Centro Olimpico de BMX é uma atração à parte. (Foto: Rio 2016/Gabriel Heusi)

FLAVINHAS
As meninas do projeto Ginastas do Futurode voluntários na Vila Olímpica do Complexo do Alemão e na quadra da Imperatriz Leopoldinense, que atende 16 crianças a partir de 5 anos, visitaram nesta quarta-feira (17) o Parque Olímpico para assistir ao jogo de polo aquático.(Foto: Rio 2016/Evandreia Buosi)

FINAL: BRASIL E ALEMANHA
Definido o adversário do Brasil na final do futebol masculino. A seleção brasileira enfrenta a Alemanha sábado (20), às 17h30 no Maracanã. O alemães enfrentaram a Nigéria nesta quarta-feira (17) e venceram por 2 a 0. Haja coração para esperar até sábado. (Foto: Getty Images/Alexandre Schneider)

É CARNAVAL
Rafael Cunha, de 30 anos, é professor, Attilio Braz, 29, empresário e Tassio de Queiroz, de 25 anos, administrador. Eles vieram de Brasília para curtir os Jogos e entraram no maior clima de carnaval ao se fantasiarem. A ideia era, principalmente, chamar a atenção. "Queremos mostrar para o mundo a alegria brasileira e fazer amigos de todos os países", disse Rafael. (Foto: Rio 2016/Evandreia Buosi)

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