Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo
Quarta-feira

DUPLA BRASILEIRA AVANÇA

Não deu para a dupla italiana que encarou Alison Cerutti e Bruno Schmidt na tarde desta quarta-feira (10) na arena de vôlei de praia em Copacabana. Alex Ranghieri e Inacio Adrian Raurich perderam por 2 sets a zero. Os brasileiros agora avançam para a repescagem. (Foto: Getty Images/Paul Gilham)

<p><strong>DUPLA BRASILEIRA AVANÇA</strong></p>

<p>Não deu para a dupla italiana que encarou Alison Cerutti e Bruno Schmidt na tarde desta quarta-feira (10) na arena de vôlei de praia em Copacabana. Alex Ranghieri e Inacio Adrian Raurich perderam por 2 sets a zero. Os brasileiros agora avançam para a repescagem. <em>(Foto: Getty Images/Paul Gilham)</em></p>

VAI BRASIL!

Arthur Mariano e Sergio Sasaki são o Brasil na tarde desta quarta-feira (10) na disputa por medalhas na ginástica artística individual geral.

6º LUGAR

Pepe, o brasileiro Pedro Henrique da Silva, não conseguiu ser melhor que os concorrentes e ficou em sexto na final da categoria K1 da canoagem slalom. O ouro da modalidade ficou com o britânico Joseph Clarke, a prata com Peter Kauzer, da Eslovênia, e Jiri Prskavec, da República Tcheca, levou o bronze.

PUNHOS BRASILEIROS

O brasileiro Michel Borges passou por Hrvoje Sep, no boxe masculino peso meio-pesado. Ele venceu por três rounds a zero e segue para as quartas de final. Ele pega o cubano Julio Cezar La Cruz no domingo (14). (Foto: Getty Images/David Ramos)

<p><strong>PUNHOS BRASILEIROS</strong></p>

<p>O brasileiro Michel Borges passou por Hrvoje Sep, no boxe masculino peso meio-pesado. Ele venceu por três rounds a zero e segue para as quartas de final. Ele pega o cubano Julio Cezar La Cruz no domingo (14). <em>(Foto: Getty Images/David Ramos)</em></p>

31 A ZERO

A seleção de rugby de 7 do Brasil não resistiu e sucumbiu diante do time da Argentina, que fez 31 a zero. Às 16h desta quarta-feira (10) os brasileiros enfrentam os Estados Unidos ainda na fase de grupos.

BRASIL NA FINAL

O brasileiro Pedro Henrique da Silva, o Pepe, está na final da categoria K1 da canoagem slalom. O canoísta, que conta com uma torcida barulhenta no Estádio de Canoagem Slalom, fez o nono tempo da semifinal e lutará pelo ouro daqui a pouco. (Foto: Getty Images/Jamie Squire)

<p><strong>BRASIL NA FINAL</strong></p>

<p>O brasileiro Pedro Henrique da Silva, o Pepe, está na final da categoria K1 da canoagem slalom. O canoísta, que <a href="https://www.rio2016.com/noticias/brasileiro-ganha-torcida-particular-na-canoagem-slalom-e-vai-para-a-galera-antes-de-competir" target="_blank">conta com uma torcida barulhenta</a> no Estádio de Canoagem Slalom, fez o nono tempo da semifinal e lutará pelo ouro daqui a pouco. (Foto: Getty Images/Jamie Squire)</p>

VITÓRIA HISTÓRICA

O judoca congolês Popole Misenga, refugiado no Brasil, definiu da seguinte forma sua participação nos Jogos Olímpicos Rio 2016: "Ganhei uma luta, e isso já foi sensacional. Perdi a segunda, mas sei que já entrei para a história". Ele faz parte do Time Olímpico de Refugiados e foi derrotado no minuto final, por ippon, pelo atual campeão mundial, Donghan Gwak, da República da Coreia. "Eu treinei pouco. Vou treinar mais e vou pegar ele", brincou Popole. "Preciso de mais apoio e patrocínio para poder participar de mais competições e crescer mais".

<p><strong>VITÓRIA HISTÓRICA</strong></p>

<p>O judoca congolês Popole Misenga, refugiado no Brasil, definiu da seguinte forma sua participação nos Jogos Olímpicos Rio 2016: "Ganhei uma luta, e isso já foi sensacional. Perdi a segunda, mas sei que já entrei para a história". Ele faz parte do Time Olímpico de Refugiados e foi derrotado no minuto final, por ippon, pelo atual campeão mundial, Donghan Gwak, da República da Coreia. "Eu treinei pouco. Vou treinar mais e vou pegar ele", brincou Popole. "Preciso de mais apoio e patrocínio para poder participar de mais competições e crescer mais".</p>

PARA A HISTÓRIA

A americana Kristian Armstrong venceu a prova do contrarrelógio pela terceira vez seguida e tornou-se a primeira tricampeã Olímpica da história do ciclimo, além da terceira mulher mais velha a vencer uma prova individual nos Jogos. Tudo isso na véspera do seu anversário de 43 anos... (Foto: Getty Images/Bryn Lennon)

<p><strong>PARA A HISTÓRIA</strong></p>

<p>A americana Kristian Armstrong venceu a prova do contrarrelógio pela terceira vez seguida e tornou-se a primeira tricampeã Olímpica da história do ciclimo, além da terceira mulher mais velha a vencer uma prova individual nos Jogos. Tudo isso na véspera do seu anversário de 43 anos... (Foto: Getty Images/Bryn Lennon)</p>

CLÁSSICO

Brasil e Argentina rende clássico no rugby de 7 também! Acompanhe agora o jogo entre os países "hermanos", que acontece no Estádio de Deodoro.

TRÉGUA OLÍMPICA

Brasil e Argentina começaram nesta quarta-feira (10) uma iniciativa conjunta para diminuir a animosidade entre as duas torcidas. Na foto, o secretário nacional de esportes de alto rendimento do Brasil, Luiz Lima, e o secretário de esportes da Argentina, Carlos McAlister, fotografam com as bandeiras trocadas, numa demonstração do espírito da campanha. (Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)

<p><strong>TRÉGUA OLÍMPICA</strong></p>

<p>Brasil e Argentina começaram nesta quarta-feira (10) uma iniciativa conjunta para diminuir a animosidade entre as duas torcidas. Na foto, o secretário nacional de esportes de alto rendimento do Brasil, Luiz Lima, e o secretário de esportes da Argentina, Carlos McAlister, fotografam com as bandeiras trocadas, numa demonstração do espírito da campanha. <em>(Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)</em></p>

NÃO DEU PARA TIAGO CAMILO

Não deu para Tiago Camilo. Depois de passar fácil na estreia, o judoca brasileiro foi derrotado por Mammadali Mehdiyev, do Azerbaijão, na terceira fase das eliminatórias da categoria até 90kg.  Medalha de prata em Sydney 2000 e bronze em Pequim 2008, Tiago saiu de bye na primeira fase e bateu o sul-africano Zack Piontek, mas acabou eliminado após um Waza-Ari de Mehdiyev.

A TORCIDA E O BRIGADEIRO

Perguntaram para Rafaela Silva qual sua torcida favorita. A resposta? "Eu adoro competir no Brasil. Conquistei o título mundial no Maracanãzinho (Rio de Janeiro). A torcida me ajudou bastante no campeonato mundial. Fez o chão tremer. Não só no Brasil, mas no mundo todo se faz barulho. No esporte é isso. No judô, não atrapalha. Eu mantenho meu foco, vejo a torcida a meu favor, mas meu foco é a competição", declarou a judoca medalha de ouro, que finalmente conseguiu se deliciar com o sonhado brigadeiro. (Foto: Rio 2016/Adriana Garcia)

<p><strong>A TORCIDA E O BRIGADEIRO</strong></p>

<p>Perguntaram para Rafaela Silva qual sua torcida favorita. A resposta? "Eu adoro competir no Brasil. Conquistei o título mundial no Maracanãzinho (<em>Rio de Janeiro</em>). A torcida me ajudou bastante no campeonato mundial. Fez o chão tremer. Não só no Brasil, mas no mundo todo se faz barulho. No esporte é isso. No judô, não atrapalha. Eu mantenho meu foco, vejo a torcida a meu favor, mas meu foco é a competição", declarou a judoca medalha de ouro, que finalmente conseguiu se deliciar com o sonhado brigadeiro. <em>(Foto: Rio 2016/Adriana Garcia)</em></p>

VITÓRIA DE REFUGIADO

A torcida vibrou muito com os atletas do Time Olímpico de Refugiados no judô. Morando no Rio de Janeiro, o congolês Popole Misenga venceu o indiano Avtar Singh com um yuko nos segundos finais de combate. Um torcedor chegou a gritar "viva o Congo", mas a verdade é que parecia mesmo que era um brasileiro estava no tatame.

DERROTA E CHORO

Maria Portela não conseguiu evitar as lágrimas depois de perder para a austríaca Bernadette Graf em sua segunda luta pela categoria até 70 kg do judô. Depois da estreia vitoriosa, a brasileira deu adeus à chance de conquistar uma medalha no Rio 2016 no ponto de ouro, ao ser penalizada por uma irregularidade.

QUASE BOLEIRA

O futebol estava à frente do judô nos desejos de Rafaela Silva quando menina. Mas, a arte do tatame ganhou espaço e hoje nos Jogos Rio 2016 ela é a primeira medalha de ouro do Brasil. "Eu queria treinar futebol, mas só tinha masculino. Aí comecei a treinar judô, que mudou minha vida. Eu não tinha sonho, não tinha objetivo. Eu só queria ter uma roupa bacana, sair com os amigos. Com o judô, eu consegui alguns patrocínios e com o Instituto Reação isso mudou", disse a jovem atleta em entrevista no Parque Olímpico.