DUPLA BRASILEIRA AVANÇA
Não deu para a dupla italiana que encarou Alison Cerutti e Bruno Schmidt na tarde desta quarta-feira (10) na arena de vôlei de praia em Copacabana. Alex Ranghieri e Inacio Adrian Raurich perderam por 2 sets a zero. Os brasileiros agora avançam para a repescagem. (Foto: Getty Images/Paul Gilham)

VAI BRASIL!
Arthur Mariano e Sergio Sasaki são o Brasil na tarde desta quarta-feira (10) na disputa por medalhas na ginástica artística individual geral.
6º LUGAR
Pepe, o brasileiro Pedro Henrique da Silva, não conseguiu ser melhor que os concorrentes e ficou em sexto na final da categoria K1 da canoagem slalom. O ouro da modalidade ficou com o britânico Joseph Clarke, a prata com Peter Kauzer, da Eslovênia, e Jiri Prskavec, da República Tcheca, levou o bronze.
PUNHOS BRASILEIROS
O brasileiro Michel Borges passou por Hrvoje Sep, no boxe masculino peso meio-pesado. Ele venceu por três rounds a zero e segue para as quartas de final. Ele pega o cubano Julio Cezar La Cruz no domingo (14). (Foto: Getty Images/David Ramos)

BRASIL NA FINAL
O brasileiro Pedro Henrique da Silva, o Pepe, está na final da categoria K1 da canoagem slalom. O canoísta, que conta com uma torcida barulhenta no Estádio de Canoagem Slalom, fez o nono tempo da semifinal e lutará pelo ouro daqui a pouco. (Foto: Getty Images/Jamie Squire)

VITÓRIA HISTÓRICA
O judoca congolês Popole Misenga, refugiado no Brasil, definiu da seguinte forma sua participação nos Jogos Olímpicos Rio 2016: "Ganhei uma luta, e isso já foi sensacional. Perdi a segunda, mas sei que já entrei para a história". Ele faz parte do Time Olímpico de Refugiados e foi derrotado no minuto final, por ippon, pelo atual campeão mundial, Donghan Gwak, da República da Coreia. "Eu treinei pouco. Vou treinar mais e vou pegar ele", brincou Popole. "Preciso de mais apoio e patrocínio para poder participar de mais competições e crescer mais".

PARA A HISTÓRIA
A americana Kristian Armstrong venceu a prova do contrarrelógio pela terceira vez seguida e tornou-se a primeira tricampeã Olímpica da história do ciclimo, além da terceira mulher mais velha a vencer uma prova individual nos Jogos. Tudo isso na véspera do seu anversário de 43 anos... (Foto: Getty Images/Bryn Lennon)

TRÉGUA OLÍMPICA
Brasil e Argentina começaram nesta quarta-feira (10) uma iniciativa conjunta para diminuir a animosidade entre as duas torcidas. Na foto, o secretário nacional de esportes de alto rendimento do Brasil, Luiz Lima, e o secretário de esportes da Argentina, Carlos McAlister, fotografam com as bandeiras trocadas, numa demonstração do espírito da campanha. (Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)

NÃO DEU PARA TIAGO CAMILO
Não deu para Tiago Camilo. Depois de passar fácil na estreia, o judoca brasileiro foi derrotado por Mammadali Mehdiyev, do Azerbaijão, na terceira fase das eliminatórias da categoria até 90kg. Medalha de prata em Sydney 2000 e bronze em Pequim 2008, Tiago saiu de bye na primeira fase e bateu o sul-africano Zack Piontek, mas acabou eliminado após um Waza-Ari de Mehdiyev.
A TORCIDA E O BRIGADEIRO
Perguntaram para Rafaela Silva qual sua torcida favorita. A resposta? "Eu adoro competir no Brasil. Conquistei o título mundial no Maracanãzinho (Rio de Janeiro). A torcida me ajudou bastante no campeonato mundial. Fez o chão tremer. Não só no Brasil, mas no mundo todo se faz barulho. No esporte é isso. No judô, não atrapalha. Eu mantenho meu foco, vejo a torcida a meu favor, mas meu foco é a competição", declarou a judoca medalha de ouro, que finalmente conseguiu se deliciar com o sonhado brigadeiro. (Foto: Rio 2016/Adriana Garcia)

VITÓRIA DE REFUGIADO
A torcida vibrou muito com os atletas do Time Olímpico de Refugiados no judô. Morando no Rio de Janeiro, o congolês Popole Misenga venceu o indiano Avtar Singh com um yuko nos segundos finais de combate. Um torcedor chegou a gritar "viva o Congo", mas a verdade é que parecia mesmo que era um brasileiro estava no tatame.
DERROTA E CHORO
Maria Portela não conseguiu evitar as lágrimas depois de perder para a austríaca Bernadette Graf em sua segunda luta pela categoria até 70 kg do judô. Depois da estreia vitoriosa, a brasileira deu adeus à chance de conquistar uma medalha no Rio 2016 no ponto de ouro, ao ser penalizada por uma irregularidade.
QUASE BOLEIRA
O futebol estava à frente do judô nos desejos de Rafaela Silva quando menina. Mas, a arte do tatame ganhou espaço e hoje nos Jogos Rio 2016 ela é a primeira medalha de ouro do Brasil. "Eu queria treinar futebol, mas só tinha masculino. Aí comecei a treinar judô, que mudou minha vida. Eu não tinha sonho, não tinha objetivo. Eu só queria ter uma roupa bacana, sair com os amigos. Com o judô, eu consegui alguns patrocínios e com o Instituto Reação isso mudou", disse a jovem atleta em entrevista no Parque Olímpico.
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