FESTA COMPLETA
Com o carro alegórico, não falta mais nada para o carnaval.
(Foto: Getty Images/Patrick Smith)

E TUDO VIRA CARNAVAL
Ao som de sambas enredos icônicos, a modelo Izabel Goulart e Renato “Gari” Sorriso, o grande mestre da cerimônia de passagem da bandeira de Londres 2012, lideram o cortejo de 50 baianas e 200 passistas, que desfilam ao redor do estádio.
Um carro alegórico com 12 rainhas do carnaval e dois destaques entra em cena se juntando ao cortejo. Os atletas presentes são convidados a entrar no desfile, encerrando o show e os 16 dias de Jogos Olímpicos Rio 2016.
Foto: Getty Images/Alexander Hassenstein

CIDADE MARAVILHOSA: A MARCHINHA QUE VIROU HINO
Para encerrar a noite, um grande bailão de carnaval toma conta do Maracanã, unindo a tradição do carnaval de rua com o grande evento apresentado todos os anos na Marquês de Sapucaí.
A música é “Cidade Maravilhosa”, que na década de 1960 virou hino oficial da cidade do Rio de Janeiro, tal a dimensão que o carnaval atingiu. No palco principal, seis intérpretes do samba cantam: Ito Melodia, Tinga, Ciganerey, Wantuir, Emerson e Leozinho.
Mestre Paulinho se une ao time, comandando uma bateria com 12 percussionistas. Ele tem mais de 40 anos de carnaval, foi mestre de bateria e colaborou com o sucesso de diversas escolas de samba, entre elas Caprichosos de Pilares, Salgueiro, Portela e Beija-Flor.
A atriz Leandra Leal, acompanhada por cinco casais de mestre-sala e porta-bandeira, entra em cena prestando reverência à Tribuna de Honra. Ao som de memoráveis marchinhas carnavalescas, o Cordão da Bola Preta entra em cena, desfilando entre os jardins de Burle Marx.
TCHAU, CHAMA
A cantora e atriz Mariene de Castro surge em frente à pira Olímpica, localizada acima do túnel norte do estádio. Lentamente, a chuva banha a artista e extingui a chama Olímpica.
A música aqui é “Pelo Tempo que Durar”, de Marisa Monte.
A escultura que acompanha a pira Olímpica e mexe com o vento foi desenhada pelo artista americano Anthony Howe. Ele diz que seu trabalho representa o sol e queria transmitir um momento de paz e graça para quem a deslumbra.
Uma grande árvore de 20m x 20m surge no epicentro da cena, simbolizando o renascimento. Ela foi confeccionada em macramê, uma técnica de tecelagem manual que não utiliza nenhum tipo de maquinaria, e composta por cordas de algodão com 2.500 nós.
Foto: Getty Images/David Ramos

A ARTE DE BURLE MARX
O paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994) é lembrado num enorme jardim de dançarinos, com figurinos inspirados em espécies da flora brasileira.
Os figurinos foram produzidos pela Associação de Mulheres Empreendedoras do Brasil (Amebras), que existe há 18 anos e qualifica trabalhadores com oficinas em comunidades, ajudando a fortalecer a indústria criativa do carnaval.
A música é “Pelo Tempo que Durar”, de Marisa Monte e Adriana Calcanhoto, escolhida para este momento pois sua letra fala das impermanências da vida e da entropia da natureza.
Foto: Getty Images/David Ramos

DISCURSOS OFICIAIS
O presidente do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, e o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, fazem seus discursos no palco principal.
SÍMBOLOS DE TÓQUIO
O símbolo de Tóquio 2020 é estampado em campo. Ele foi inspirado no padrão tradicional de xadrez japonês chamado “Ichimatsu” e tem como conceito a diversidade e a harmonia. Segue-se uma coreografia com 45 peças interconectadas, em três formas retangulares diferentes.
Ao final, as peças formam uma imagem urbana de Tóquio, com o Monte Fuji, o prédio do governo municipal, a torre de Tóquio, a ponte do Arco Íris, entre outros marcos. A escultura que sai do grande cano verde é o Skytree, um dos marcos de Tóquio.
Foto: Getty Images/David Ramos

TÓQUIO 2020
Começa agora a apresentação de Tóquio 2020, que tem um pouco mais de dez minutes. O hino do Japão toca enquanto o círculo vermelho da bandeira é formado no meio do campo. Vinte artistas japoneses deslizam em cima de hoverboards, em fantasias super futuristas.
Para expressar o agradecimento pelo apoio que recebeu após a tragédia de 2011, quando terremotos deixaram mais de 15 mil mortos no Japão, um grande “arigato” (obrigado em japonês) é formado durante uma coreografia por crianças japonesas, num vídeo.
Os organizadores explicam que o agradecimento é também pela oportunidade de sediar os Jogos Olímpicos pela segunda vez e pelos maravilhosos Jogos Olímpicos Rio 2016. As palavras são soletradas por estudantes de escolas de Tóquio e de três cidades atingidas pelos desastres (Iwate, Miyagi e Fukushima).
Foto: Getty Images/Pascal Le Segretain

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