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No 87º dia de revezamento, a chama Olímpica passou por Ilha Grande, Rio Claro, Resende, Barra Mansa e Volta Redonda. Confira alguns momentos do trajeto!
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A carreira de boleiro de tênis em um hotel do Rio foi o começo da vida de atleta de Fabiano de Paula. Logo que entrou para pegar bolinha dos jogadores de tênis se interessou em aprender a jogar e corria atrás dos instrutores para pegar dicas e não saia da quadra nos momentos livres. Foram dois empresários que deram apoio inicial de equipamentos e recursos para disputar competições. No primeiro ano ganhou o torneio estadual e ganhou e continuou com muitas vitórias incluindo a semifinal de challenge internacional e ATP. "Foram muitas idas e vindas no esporte por conta de falta de apoio e patrocínio, mas eu não desisto e hoje acender a pira de celebração me faz continuar minha luta. A ajuda que me deram para começar é o que tento passar para minhas crianças na escolinha."
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Adriano Cunha era recém-casado quando descobriu um câncer de intestino, os planos de viagens e de curtir a casa com o marido tiveram que mudar. O tratamento cirúrgico e com quimioterapia durou cerca de 9 meses. " Nunca deixei me abater, sou psiquiatra e trabalho com pessoas que estão passando por momentos difíceis, eu não poderia me abater. Foi também o amor do meu marido e a dedicação dele que me fizeram superar tudo isso. Essa chama de amor e união que eu conduzo hoje é o que gostaria que todos tivessem dentro de sí."
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"Sei lá, foram os melhores dois minutos da minha vida", definiu Gabriella da Silva. A estudante de ensino média conduziu a Tocha com muita alegria pelas ruas de sua cidade. Suas pesquisas na área de robótica renderam a missão mais do que especial, desempenhada com vibração e velocidade. "Foi incrível, fantástico, inimaginável", afirmou.
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Acredite no seu sonho
Jovem irlandês acreditou em seu desejo e conduziu a tocha Olímpica em Volta Redonda
Por Evandreia Buosi
Mark O´Brien é um jovem irlandês que tinha o sonho de conduzir a tocha Olímpica em Londres 2012, mas uma doença que ataca o sistema imunológico impediu o menino de realizar a condução. Dois anos depois ele se recuperou e voltou a sonhar com a chama.
Mandou cartas para várias pessoas responsáveis pelo revezamento no Brasil, inclusive o presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Nuzman, que foi o único que respondeu. "Recebi um email e achei que era brincadeira, mas depois confirmei que era real e fiquei muito feliz. Estou realizando um sonho, meus pais e minha irmã vieram comigo para ver esse dia especial". O sorriso de Mark traduz o momento.
Foto:Rio2016/Fernando Soutello -
Foi a torcida do Flamengo que deu a Jorge Luiz da Silva o apelido de Jorge Maravilha, do qual ele se orgulha. O ex-jogador da seleção de basquetebol conduziu a tocha Olímpica em Volta Redonda e mandou um recado para Varejão: "A vida tem dessas".
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Em Volta Redonda, a cerimônia de celebração do revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 será na Praça Brasil, tombada pelo patrimônio histórico municipal. O obelisco central mostra diversas etapas da fabricação do aço e simboliza a forte atividade siderúrgica na cidade.
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Volta Redonda
Condutoras da tocha Olímpica em Volta Redonda têm vidas ligadas pela educação
Por Leonardo Rui
Maria Gomes Monteiro, de 85 anos, foi a primeira aluna de ginástica do projeto "Viva a melhor idade" em Volta Redonda. Começou com 62 anos, incentivada pela filha Maria Helena, que é professora de educação física. "Esse grupo nos proporciona saúde, convivência e amizade. Eu participo de todos os eventos na cidade, e estou muito feliz em conduzir a tocha Olímpica", diz.
Maria viu que nunca é tarde para começar a praticar e incentivar o esporte (Foto: Rio 2016/Leonardo Rui)Rejane Maria Campos jogou voleibol por 15 anos, e chegou à seleção brasileira na década de 70. Ela trabalhou como professora de educação física por 30 anos, e hoje está aposentada. "Eu vivi muito o esporte, mas nunca imaginei que passaria por uma felicidade como essa", diz a condutora da tocha Olímpica Rio 2016.
Rejane jogou voleibol pela seleção brasileira, mas o gostinho de conduzir a tocha é especial (Foto: Rio 2016/Leonardo Rui)A mineira Magali Antônia Bittencourt se formou em educação física na mesma turma de Rejane. Ela foi para Volta Redonda em 1973, para estudar. Gostou tanto que nunca mais foi embora. É professora da rede pública há 40 anos. Como técnica do time de voleibol, participou de todas as edições dos Jogos Estudantis na cidade. "Desejo que a chama Olímpica aqueça os corações e traga esperança para todos", diz.
Apaixonada pelo esporte, Magali também se apaixonou pela cidade (Foto: Rio 2016/Leonardo Rui)Tâmara Delfino é professora há nove anos. Ela ensina biologia e química para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio. Além disso, trabalha com educação especial, numa escola para autistas em Volta Redonda, onde vai conduzir a tocha Olímpica. "O esporte e a educação são poderosos instrumentos de transformação do país. Eu, como professora, me sinto honrada em fazer parte disso", diz.
Tamara vai conduzir a tocha pela educação em Volta Redonda (Foto:Rio 2016/Leonardo Rui)
qui, 28 jul
Volta Redonda, RJ
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Trajeto
| Acesso Público - Vila Santa Cecília |
| Viaduto Heitor Leite Franco - Aterrado |
| Avenida Sávio Cota de Almeida Gama & Rua Júlio César - Niterói |
| Avenida Almirante Adalberto Barros Nunes - Retiro |