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Selminha Sorriso fez jus ao apelido e distribuiu simpatia por onde passou durante o revezamento da chama Olímpica no Centro do Rio. E, claro, não poderia faltar uma pose típica da porta-bandeira da Beija-Flor.
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Os casarões do Centro do Rio de Janeiro são testemunhas da história do país que passou pela cidade, como a corte, a República, protestos. Nesta quarta-feira (3) foram camarotes para o público assistir ao revezamento da tocha Rio 2016.
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Quase não dá para ver a porta-bandeira mais famosa da Sapucaí tamanho o assédio. Selminha Sorriso emprestou seu carisma para o revezamento da tocha no Rio de Janeiro.
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Ícone do samba, Nelson Sargento participou do revezamento da tocha Olímpica no Rio nesta quarta-feira (3). O presidente de honra da Mangueira, escola que esteve presente na recepção à chama na saída da escola naval, conduziu no Centro do Rio.
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Chegada ao Rio
Pelo mar, chama Olímpica chega ao Rio de Janeiro
Após 92 dias de revezamento e 26 mil quilômetros percorridos, a chama Olímpica chegou ao Rio de Janeiro na manhã desta quarta-feira (3). O principal símbolo dos Jogos Olímpicos atravessou a Baía de Guanabara acompanhada por sete medalhistas Olímpicos da vela.
Chama chegou ao Rio pelo mar (Foto: Rio2016/Andre Luiz Mello)Na saída de Niterói (RJ), o fogo sagrado foi recebido por Torben Grael a bordo do barco Aileen, embarcação centenária em que ele e o irmão, Lars, aprenderam a navegar com o avô, Preben Schmidt, engenheiro e um dos precursores da modalidade no Brasil.
“Niterói tem onze medalhas Olímpicas na vela, tendo mais conquistas que muitos países. Juntar essa turma toda é uma forma de representar os medalhistas do esporte”, destaca Torben.
Bicampeão Olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004), o velejador levou a chama até o Lady Lu, barco onde seu irmão e os atletas Clínio Freitas, Isabel Swan, Nelson Falcão, Marcelo Ferreira e Ronnie Senfft aguardavam para completar a travessia.
Foto: Rio2016/Andre Luiz Mello A chama chegou ao Rio de Janeiro às 9h10, pelas mãos de Lars Grael, medalha de bronze em Seul 1998 e Atlanta 1996, na Escola Naval, ao som de “Cidade Maravilhosa”, hino oficial do Rio.
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Orlando Duque é garçom da famosa Confeitaria Colombo desde 1952. Depois desta quarta-feira (3), ele terá outra história para contar aos clientes. "É como se eu estivesse treinando para isso há 65 anos, carregando a minha bandeja", diz. "Uma das maiores emoções da minha vida", completa.
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O "imortal" da Academia Brasileira de Letras Arnaldo Niskier resumiu o sentimento de conduzir a chama Olímpica nas ruas do Centro do Rio nesta quarta-feira (3): "É um motivo de orgulho poder dizer hoje que a tocha Olímpica é carioca".
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Carla Camurati, diretora cultural do Comitê Rio 2016, é responsável pela programação cultural dos Jogos: "É muito emocionante ver o fogo chegar ao Rio neste momento. Convidei minha equipe para conduzir junto, já que estamos correndo há muito tempo", diz a ex-diretora do Theatro Municipal.
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Coube ao gari Sorriso acender o primeiro Marco Olímpico no Centro do Rio. O Marco é uma escultura revestida em pólvora que, após a combustão, revela o símbolo Rio 2016.
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Foi pelas mãos da Rebeca Santos, atleta de badminton do Ginásio Experimental Olímpico em Santa Teresa, que o revezamento da chama Olímpica passou pelo VLT, recém-inaugurado na cidade.
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Passistas e a bateria da Mangueira fizeram uma recepção mais do que especial para a chegada da chama Olímpica ao Rio de Janeiro. O revezamento na cidade acontece também na quinta-feira (4) e na sexta-feira (5).
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Oficiais da escola naval do Rio de Janeiro cantaram o hino nacional na chegada da chama Olímpica na cidade, nesta quarta-feira (3). Ela foi trazida de Niterói pelos irmãos Torben e Lars Grael e mais um grupo de cinco velejadores.
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Os irmãos Torben e Lars Grael trouxeram a chama Olímpica de Niterói para o Rio de Janeiro em um barco nesta quarta-feira (3). Na chegada, na escola naval, entregaram o símbolo dos Jogos ao prefeito da cidade Eduardo Paes.
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"Minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro. Estou morrendo de saudade...". O "Samba do Avião", de Tom Jobim, vem à cabeça quando se fala da Cidade Maravilhosa. Nesta quarta-feira (3) a chama Olímpica chega ao Rio para sua primeira parte do revezamento.
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Personagens cara do Rio
Carisma carioca na condução da tocha Olímpica na primeira etapa do revezamento da chama no Rio
Por Leonardo Rui
Renato Lourenço, conhecido como Renato Sorriso, é um gari que ficou famoso por causa do carnaval. Ele ganhou o apelido em 1997, quando começou a sambar com a vassoura quando limpava a passarela do samba após os desfiles das escolas de samba. Renato participou da cerimônia de encerramento dos Jogos Londres 2012, em um bloco dedicado à música brasileira. "Vou sorrir, chorar, sambar e conduzir a tocha Olímpica ao mesmo tempo", diz Renato, acompanhado na foto pela gari Marcielle Arruda, que também será condutora da tocha Olímpica Rio 2016.
(Foto: Rio 2016/Leonardo Rui)Orlando Duque é um grande personagem do cotidiano carioca. Trabalha como garçom da famosa Confeitaria Colombo desde 1952. Depois de ouvir tantos clientes, ele terá uma bela história para contar com a condução da tocha Olímpica no Rio de Janeiro. "É como se eu estivesse treinando para isso há 65 anos, carregando a minha bandeja", brinca. "Será uma das maiores emoções da minha vida", completa.
(Foto: Rio 2016/Leonardo Rui)
qua, 03 ago
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