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A sexta-feira (29) do revezamento da tocha Olímpica foi cheia de momentos marcantes e com a participação sempre das populações das cidades por onde passou. Assista.
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Encontro com a chama
Fátima Bernardes acendeu a pira de celebração em Petrópolis
Por Saulo Pereira Guimarães
A apresentadora Fátima Bernardes escolheu Petrópolis, na Região Serrana do Rio, para conduzir a chama Olímpica. E Petrópolis escolheu Fátima para fechar o revezamento da tocha nesta sexta-feira (29). Os seis Jogos Olímpicos no currículo como jornalista não foram suficientes para diminuir a ansiedade. "Para variar, fiquei nervosa", disse ela, que brincou que iria percorrer os 200 metros do percurso dançando.
Fátima Bernardes acendeu a pira de celebração em Petrópolis - Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães -
O cavaleiro Luiz Azevedo foi medalha de bronze em Atlanta 1996 e Sydney 2000. Nesta sexta-feira (29), o atleta de hipismo conduziu a tocha em Petrópolis “com o coração", como ele declarou.
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O petropolitano Claudionor de Matos ganhou um presente especial no seu aniversário de 81 anos: conduzir a tocha Olímpica na sua cidade natal. Conhecido como seu Nonô, ele foi ovacionado pelo público durante os 200 metros do trajeto.
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Pedro Carlos de Orleans e Bragança é o herdeiro da família real portuguesa no Brasil. Ele conduziu a chama Olímpica em Petrópolis passando em frente ao Palácio Imperial: "Minha ligação com a cidade vem desde meus antepassados", lembrou.
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O nadador Jorge Fernandes participou do revezamento da tocha Olímpica nos Jogos Moscou 1980, quando o Brasil faturou o bronze na sua modalidade. Mais de 30 anos depois, ele reviveu a emoção, dessa vez em Petrópolis, na Região Serrana do Rio.
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O Palácio Quitandinha, tradicional ponto turístico de Petrópolis, recebeu os moradores que foram acompanhar o revezamento da tocha Olímpica na cidade.
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Petrópolis
O Museu Imperial, no centro histórico de Petrópolis, está na rota do revezamento da tocha Olímpica Rio 2016. A bela construção era o antigo Palácio de Verão do imperador Dom Pedro 2º.
Foto: Rio 2016/Leonardo RuiA Catedral de São Pedro de Alcântara, dedicada ao padroeiro de Petrópolis e da monarquia brasileira, também será cenário para a passagem da chama, assim como o Palácio de Cristal, que é outro ponto de destaque na rota do revezamento e lugar de visitação turística. A estrutura pré-montada veio da França, ainda no século 19. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), desde 1957, o palácio é utilizado para exposições e eventos em Petrópolis.
Foto: Rio 2016/Leonardo RuiA tocha será conduzida em Petrópolis por moradores apaionados por corridas. O treinador e médico Henrique Vianna fundou, em 1983, a Pé de Vento. É uma das principais equipes de atletismo do Brasil, com alguns dos maiores corredores de longa distância do país. A Pé de Vento também já participou de projetos sociais para descobrir talentos no esporte em Petrópolis. "Quando eu estiver conduzindo a tocha Olímpica, não estarei sozinho. Vou me lembrar de muita gente. O atletismo é uma das melhores ferramentas de resgate da cidadania e de exercício da responsabilidade social", diz.
Foto: Rio 2016/Leonardo RuiRubens Bueno é apaixonado por corridas de longa distância. E, além de praticar o esporte, Rubens sempre ajudou atletas. Ele vai lançar um livro sobre a história de Petrópolis, e reverter a renda para a organização que criou para apoiar os corredores. "Eu ficava incomodado em ver que atletas, até campeões, não tinham dinheiro para competir fora do estado", diz. Rubens também já participou de projetos para a preservação do patrimônio histórico de Petrópolis.

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A tocha Olímpica vai passar pelo Hotel Quitandinha. Construído na década de 40 para ser o maior cassino hotel da América Latina, o lugar é atualmente um espaço que recebe atrações culturais em Petrópolis. O mascote Vinicius esteve em seus jardins.
sex, 29 jul
Petrópolis, RJ
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Trajeto
| Estrada Philúvio Cerqueira Rodrigues - Itaipava |
| Rua Nicarágua |
| Rua Washington Luiz |
| Rua da Imperatriz |