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O revezamento da tocha Olímpica passou por Saquarema, Rio Bonito, Tanguá, Itaboraí, São Gonçalo e Niterói nesta terça-feira (2). Veja alguns momentos do percurso, que contou com o "beijo da chama" entre mãe e filha Olímpicas: Aída e Valeskinha.
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Bruno Souza morou por 12 anos fora do Brasil jogando handebol na Europa e voltou para o Brasil para trabalhar na organização dos Jogos Rio 2016. "Já participei de duas edições como atleta e tive a chance de trabalhar na Vila Olímpica de Londres. Agora ajudo na organização do Rio 2016. Está sendo muito bom poder participar de mais esse momento Olímpico em minha cidade."
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Ídolos do iatismo brasileiro
Condutor da chama em Niterói, Lars Grael fala sobre chance do iatismo brasileiro no Rio 2016
Por Evandreia Buosi
Medalhista de bronze em Seul 1988 e Atlanta 1996, Lars Grael mostrou otimismo quanto ao desempenho dos atletas da vela nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Para o velejador, que conduziu a chama Olímpica com o irmão Torben em Niterói nesta terça-feira (2), a equipe do Brasil mistura experiência e renovação.
Lars Grael acendeu a pira de Celebração em Niterói - Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães“Temos Robert Scheidt, na sua sexta edição dos Jogos, tentando a sexta medalha. O Bimba, que vem desde Sydney tentando sua medalha, a Fernanda Oliveira, que foi bronze em Pequim. E a renovação vem com Marco Grael e Karina Kunze, líder do ranking mundial, que têm a chance real de conquistar medalhas no Rio”, aposta.
Os segredos de Scheidt em sua sexta edição de Jogos Olímpicos
A trajetória de Lars no esporte é marcada por grandes conquistas. Além das medalhas Olímpicas, ele foi pentacampeão sul-americano, 10 vezes campeão brasileiro e representou o Brasil também nos Jogos Olímpicos Los Angeles 1984, terminando em 7º lugar, e Barcelona 1992, quando ficou em 8º na classificação.
“É claro que a primeira medalha a gente nunca esquece. Em Seul 1988, havia uma ventania que dava medo a qualquer bom velejador. Na última regata, conseguir resistir ao mar, ao vento e constatar a medalha Olímpica é inesquecível”, relata o velejador, que acendeu a pira de Celebração em Niterói.
Com algumas medalhas a mais que o irmão, Torben Grael fez questão de mostrar que nem só de glórias vive um esportista. Após o bronze em Seul 1988 e um 11º lugar em Barcelona 1992, a medalha de ouro finalmente chegou às suas mãos em Atlanta 1996. .
“Sabemos o que representa a chama em termos de Jogos. Fazer parte do revezamento é muito bacana, principalmente aqui na cidade onde eu moro”, comemora.
Torben Grael conduziu a chama Olímpica com o irmão Lars em Niterói - Foto: Rio2016/Andre Luiz Mello -
A triatleta Sandra Soldan dedicou dez anos de sua vida ao esporte, que descobriu quando cursava medicina. Nesse tempo, disputou dois Jogos (Sydney 2000 e Atenas 2004). Nesta terça (2), ela reviveu o espírito Olímpico ao conduzir a chama em Niterói.
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De mãe para filha
Mãe e filha fazem beijo da chama Olímpica em Niterói
Por Evandreia Buosi
Com 1,80 metro em um país em que a média de altura das mulheres é de 1,61 metro, Valeskinha chama atenção. Mas na quadra de voleibol ela nunca é a mais alta, principalmente na posição em que joga. O meio de rede costuma ter jogadoras de quase 2 metros. Como explicar, então, o sucesso na carreira, que teve como ponto alto o título Olímpico em Pequim 2008? A resposta pode estar na genética. Ela compensa a estatura com a impulsão, característica que ela provavelmente herdou da mãe.
A grande Valeskinha (Foto: Rio2016/Andre Luiz Mello)Valeska é filha da ex-atleta Olímpica Aída dos Santos, que foi quarta colocada no salto em altura nos Jogos Tóquio 1964 e se tornou a primeira brasileira a disputar uma final. Mãe e filha abriram o revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 em Niterói. “É muito gratificante viver esse momento juntas aqui, e saber que somos lembradas pela nossa história", destaca Valeska.
“Conduzir a tocha já é uma emoção. Agora, mãe passar a chama para filha é uma sensação maior ainda”, complementa Aída.
É sempre bonito ver mãe e filha no revezamento (Foto:Rio2016/Andre Luiz Mello)Aída dos Santos marcou seu nome no esporte como a única mulher da delegação brasileira nos Jogos de Tóquio 1964. Nos Jogos Cidade do México 1968, mostrou que era polivalente. Ficou em 20º lugar competindo em outra modalidade, o pentatlo. Aos 79 anos, ela ainda disputa competições master de vôlei, arremesso de peso e lançamento de dardo. O interesse pelo esporte ela fez questão de passar para os filhos. “Todos tinham que fazer esporte. Começaram com natação, depois vôlei, basquete, ginástica rítmica, atletismo”, lembra Aída.
Aída pratica esportes até hoje, aos 79 anos (Foto:Rio2016/Andre Luiz Mello) -
Marcelo Ferreira começou na vela com 11 anos como uma brincadeira e os resultados foram chegando. “Não tinha pretensão de ser atleta Olímpico e as coisas foram acontecendo naturalmente", lembrou ele, que conduziu a chama Olímpica em Niterói.
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Niterói
Niterói é a última cidade deste 92º dia de revezamento da tocha Olímpica pelo Brasil. A chama dorme na cidade e na quarta-feira (3) parte para o Rio de Janeiro. Acompanhe.
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DNA campeão
Campeã Olímpica de voleibol conduz tocha ao lado da mãe em Niterói
Por Leonardo Rui
Valeska Menezes, a Valeskinha, foi campeã Olímpica em Pequim 2008 com a seleção brasileira de voleibol. Também ganhou títulos importantes, como a Copa do Mundo e o Grand Prix. Por clubes, ela foi nove vezes campeã da Superliga. Valeskinha é filha da ex-atleta Aída dos Santos, quarta colocada nos Jogos Tóquio 1964 no salto em altura. As duas conduzem a tocha Olímpica em Niterói nesta terça-feira (2). "Será muito gratificante viver esse momento juntas. Minha mãe e eu participamos de duas edições dos Jogos Olímpicos, e estamos felizes por termos nossa história valorizada", diz.
Veja os grupos do voleibol feminino no Rio 2016
Valeskinha, campeã Olímpica de voleibol em Pequim 2008, conduz a tocha Olímpica com a mãe - Foto: Rio 2016/Leonardo Rui -
O Museu de Arte Contemporânea, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, está na rota do revezamento em Niterói. Construído sobre o Mirante da Boa Viagem, o MAC é considerado um cartão-postal da cidade.
ter, 02 ago
Niterói, RJ
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Trajeto
| Rua Doze - Centro |
| Rua Doze - Centro |
| Rua Maestro Felício Toledo & Avenida Ernani do Amaral Peixoto - Centro |
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| Avenida Jornalista Alberto Francisco Torres - Icaraí |
| Rua Nair Margem Pereira / Avenida Almirante Benjamin Sodré - Boa Viagem |
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