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Raphael Lara tem 33 anos e, em 2002, fundou os "Terapeutas do Sorriso", grupo de doutores palhaços que levam alegria aos hospitais de Marília. Farmacêutico e ator, passou a se chamar Dr Nobélio, por conta do elemento químico mais nobre da tabela periódica.
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Com quatro participações em Jogos Paralímpicos, o ex-velocista cego Aurélio dos Santos reviveu os dias de atleta nesta terça-feira (26), ao conduzir o símbolo do Rio 2016. "É um marco na minha carreira. Uma coroação ao representar o meu esporte, e um incentivo aos novos talentos".
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Banda marcial de Marília, com cerca de 80 integrantes, tocou durante o revezamento da tocha Olímpica.
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Kun Mo Bang, 74, foi um dos responsáveis pela vinda do taekwondo para o Brasil. O calor do povo brasileiro fez Kun se apaixonar pelo país, especialmente pela cidade de Marília, e ele resolveu ficar por aqui. "Conduzir a tocha Olímpica é uma glória e a realização do meu trabalho. Antigamente, taekwondo não era modalidade olímpica. Hoje é, e já até rendeu medalhas para o Brasil. É muito bom ser parte disso. Uma honra."
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"Que pintura!". Osmar Santos, um dos mais importantes jornalistas e locutores esportivos do Brasil, autor de bordões famosos, conduziu a tocha Olímpica e usou uma das suas expressões conhecidas para falar sobre a sensação de carregar o símbolo dos Jogos.
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Escritor e dramaturgo, Walcyr Carrasco, 64, levou a tocha Olímpica pelas ruas de Marília, cidade onde foi criado."Se a minha condução da tocha Olímpica fosse uma cena de novela, seria uma cena dramática com alívio cômico. É um momento único na minha vida", disse.
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Criado no Morro da Querosene de Marília, o ex-boia-fria José Vicente, 57, é ícone do empoderamento negro na região, criando a Universidade Zumbi dos Palmares. "O morro venceu. Conduzir a Tocha Olímpica é um resumo da ópera do meu trabalho", contou.
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Marília
O segundo destino da tocha Olímpica nesta terça-feira (26) é Marília,no Centro-Oeste paulista. Acompanhe.
ter, 28 jun
Marília, SP
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Trajeto
| Rua Sergipe |
| Avenida Sampaio Vidal |
| Rua Tupã |