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O apresentador e locutor esportivo Galvão Bueno conduziu a tocha Olímpica e acendeu a pira. "Para mim é uma honra muito grande. Essa é minha nona participação nos Jogos. Estamos participando de algo que carrega grande simbolismo. A chama parava guerras. É um símbolo de que o mundo pode existir sem violência ou intolerância".
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Felipe Castanhari é um dos YouTubers mais conhecidos do país. Ele criou o canal Nostalgia, que trata de cultura pop, videogames, cinema e séries, e conduziu a tocha ao lado do colega Lucas Olioti, que fala de humor em seu canal.
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Medalhista de prata no Pan Winnipeg 1999, no revezamento 4x400 metros, Cleverson da Silva, também competiu nos Jogos Olímpicos Atlanta 1996. "Já comprei os ingressos e vou assistir o atletismo de pertinho. Esse é um momento único e estou feliz".
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"Haja coração"
"Haja coração": Galvão Bueno acende pira e faz discurso emocionado em Londrina
Com mais de trinta anos de experiência como jornalista esportivo, Galvão Bueno viveu uma das suas maiores emoções nesta terça-feira (28) em Londrina, onde conduziu a tocha Olímpica Rio 2016 e acendeu a pira da celebração. Ele foi saudado e aclamado pelo público em seu trajeto.
Galvão não escondeu a emoção e alegria ao conduzir chama em Londrina (Rio2016/Andre Luiz Mello)Conhecido pela garra com que faz comentários e lança bordões no esporte, Galvão soltou a emoção em discurso ao acender a pira da celebração e exaltou o espírito do Rio 2016: "Os Jogos mostram que é possível milhares de pessoas, de todas as raças, credos e origens competirem respeitando pensamento e a ideia de cada um. Londrina sempre foi uma cidade de muito amor e muita paz. E o esporte tem o melhor caminho da vida", declarou.
Assista de perto ao desempenho dos atletas nos Jogos Olímpicos
"Haja coração": Galvão acendeu a pira em Londrina (Rio2016/Andre Luiz Mello) -
Tino Marcos contou como recebeu o convite para conduzir a tocha Olímpica e antes de levar o símbolo dos Jogos disse que vai contar o que vivem em Londrina "para meus netinhos". Assista.
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Nascido em Londrina, o medalhista Olímpico no voleibol Giba conduziu a tocha Olímpica em sua cidade. "É muito especial ser condutor deste símbolo que é pedaço da história no lugar onde eu conheci o vôlei. Me recorda um momento chave da minha carreira, quando senti a emoção de estar pela primeira vez numa Vila Olímpica, em Sydney. Foi um momento de perceber que toda a luta para chegar aos Jogos Olímpicos deu resultado. E hoje tenho três medalhas", disse o ex-atleta.
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Natália Falavigna, 32, é ex-atleta Olímpica de taekwondo que competiu em Atenas 2004, Pequim 2008, quando conquistou de bronze, e Londres 2012. Ela mandou um recado convocando a torcida para assistir aos Jogos e, especialmente, o esporte que a consagrou.
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Futuro da ginástica
De medalhista de ouro a professora, Juliana se dedica ao futuro da ginástica rítmica em Londrina
Por Daniel Perpetuo
Com 9 anos, Juliana Coradine, começou a fazer ginástica rítmica em Vitória, no Espírito Santo. Aos 14, foi para Londrina já como atleta e aos 16 já estava convocada para o Pan Winnipeg 1999, onde ganhou o primeiro ouro brasileiro por conjunto. Em 2008, participou dos Jogos em Pequim como assistente técnica, aos 26 anos. Hoje, aos 33, é professora do grupo de ginástica rítmica da Unipar (Universidade Paranaense) com meninas de 10 e 11 anos, que se apresentaram durante o revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 na cidade.
Juliana foi atleta e hoje treina o futuro da ginástica rítmica de Londrina (Rio2016/Daniel Perpetuo)"Para elas é uma oportunidade única. É tão raro poder mostrar essa situação tão importante. É a oportunidade da vida deles. Estão super pilhadas e motivadas. Visualizam até onde podem chegar um dia", afirmou a professora.
Nervosas, alunas da professora Juliana aguardam para se apresentarem (Rio2016/Daniel Perpetuo) -
Além de trabalhar como gari em Londrina, Edivino Correia é também um dos principais nomes da corrida de rua do Paraná. São 36 edições da São Silvestre. "Como não tenho condições financeiras, conto com a ajuda dos amigos e de alguns empresários locais", falou.
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Londrina
Após passagens por Paraguaçu Paulista, Marília e Assis, a chama Olímpica se despede do estado de São Paulo, para retornar apenas em 16 de julho. O comboio então segue para Londrina, no Paraná, primeira cidade da Região Sul a receber o símbolo.

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Força esportiva
Condutores da tocha Olímpica em Londrina representam força do esporte e da tradição na cidade
Por Leonardo Rui
O gari Edivino Correia, de 49 anos, participa de provas de corrida de rua há três décadas. "É um esporte que proporciona uma vida saudável, e é acessível a todos. Qualquer um pode começar a praticar. Basta ter força de vontade e respeitar os limites. Com o tempo, a pessoa tem mais disposição e animação para qualquer atividade", ensina o condutor da tocha Olímpica Rio 2016 em Londrina, que exibe com orgulho as medalhas que já conquistou.
Edivino exibe, orgulhoso, as medalhas que ganhou ao longo da carreira no esporte (Rio2016/Leonardo Rui)Acompanhe as aventuras da Chama Olímpica pelo Brasil
Lucas Yoshio Muraguchi é fundador de um grupo de Taiko, que mantém a tradição dos tambores japoneses. O Ishindaiko tem cerca de 70 pessoas e já se apresentou até no Japão. Mas tudo começou em Londrina. Por isso, ele será condutor da tocha Olímpica na cidade. "Temos uma grande colônia japonesa aqui. Estamos felizes por ver que nossa cultura está representada no revezamento", diz.
Lucas mantém viva tradição dos tambores japoneses em Londrina (Rio2016/Leonardo Rui) -
Em Londrina, o revezamento da tocha Olímpica passa pela barragem do belo Lago Igapó, que é a maior atração natural da cidade.
ter, 28 jun
Londrina, PR
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Trajeto
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