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Francisco da Silva, o Chicão, é conhecido em Itapetininga por ser um dos corredores de rua mais antigos. Neste sábado, ele discursou ao acender a pira: "Itapetininganos, consegui realizar diversos sonhos. O que digo é que não desistam".
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Treinador campeão
Técnico de basquetebol do Flamengo aposta em pódio do Brasil nos Jogos Rio 2016
Por Evandreia Buosi
Um dos grandes nomes do basquetebol nacional, o técnico do Flamengo José Neto foi um dos condutores da tocha Olímpica neste sábado (16), em Itapetininga, interior de São Paulo, onde começou a vitoriosa carreira no esporte.
Confira a tabela de jogos do basquetebol masculino nos Jogos Rio 2016
"Voltar para onde tudo começou é maravilhoso. Estar na minha cidade e com as pessoas que me viram crescer é emocionante", disse.
Técnico do Flamengo José Neto aposta em medalha do Brasil no basquetebol - Foto: Rio 2016/Evandreia BuosiO currículo do treinador é extenso: campeão mundial e tetracampeão brasileiro pelo Flamengo, além de participações nos mundiais de 2006, 2010 e 2014 e nos Jogos de Londres 2012 pela seleção brasileira. E é com essa vasta experiência que ele analisa as chances de medalhas Olímpicas para o Brasil nos Jogos Rio 2016.
Nenê e Raulzinho colocam Brasil na luta por medalhas no basquetebol
“Recentemente, o Brasil jogou um campeonato mundial em que venceu as seleções da Sérvia e França na primeira fase e, 15 dias depois, essas duas equipes conquistaram medalhas. Estivemos muito próximos de ganhar uma medalha no mundial e nos Jogos Londres 2012, então, hoje é um sonho com os olhos bem abertos", frisou.
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José Gabriel Buzzo, o Gadão, é conhecido em Itapetininga pelos desenhos inusitados que escolheu para colorir os muros: vacas vestidas de super-heróis. "Procuro trazer a alegria por meio da surpresa. Meu último desenho foi da tocha Olímpica", contou.
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História Olímpica
Primeiro medalhista Olímpico no judô revive emoção ao conduzir tocha com filha judoca
Por Elis Bartonelli e Patrícia da Matta
A primeira medalha Olímpica do judô brasileiro completa 44 anos em 2016. O responsável pelo bronze em Munique 1972, no entanto, não foi um atleta nativo. O japonês Chiaki Ishii, de 74 anos, celebrou a conquista conduzindo a chama com a filha, a ex-judoca Vânia Ishii, de 42, em Itapetininga (SP), neste sábado (16).
Acompanhe as disputas de judô nos Jogos Rio 2016
Momento emocionante: pai, filha e o "beijo" da chama Olimpica - Foto: Rio 2016/Patrícia da Matta“Eu e meu pai fizemos parte da história Olímpica. Conduzir a tocha é fechar com chave de ouro”, disse Vania, filha caçula que seguiu os passos do pai no judô e representou o Brasil em Sydney 2000 e Atenas 2004, foi medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos Winnipeg 1999, prata em Santo Domingo 2003 e bronze em Mar Del Plata 1995.
Chiaki Ishii chegou ao Brasil oito anos antes da conquista nos Jogos Munique 1972, depois de perder a seletiva para Tóquio, trazendo a tradição do judô do Japão para o Brasil. O atleta aprendeu a lutar com o pai e é neto de um dos aprendizes de Jigoro Kano, o inventor do judô.
Chiaki e Vania Ishii: pai e filha representantes da tradição do Brasil no judô nos Jogos - Foto: Rio 2016/Patrícia da Matta“A medalha Olímpica em 1972 mudou muito a vida dele. Ele é impressionante, adora desafios. Mesmo aposentado, sempre treinou, está sempre passando os ensinamentos do esporte. Ser filha dele é carregar esses valores que ele trouxe até fora do tatame”, contou Vania, que lembrou ainda como é crescer em uma família voltada para o judô: “O esporte ensina disciplina, respeito e a cair e levantar. Eu levo isso na minha vida”.
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Itapetininga
Itapetininga, no interior de São Paulo, encerrou o 75º dia de revezamento da tocha Olímpica neste sábado (16).
sáb, 16 jul
Itapetininga, SP
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Trajeto
| Rua Barbosa Franco |
| Rua Padre Albuquerque |