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Tacius Lima acendeu a pira de celebração em Foz do Iguaçu. Ele é praticante de esportes radicais como rappel, kite surf, sup, wakeboard e tem uma ONG que visita florestas, rios, matas para fazer a limpeza dessas áreas que estão tão degradadas. "Pratico esportes desde pequeno, fui incentivado pelos meus pais. Sempre gostei e sempre incentivei", disse.
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Reem Kamel nasceu em Jerusalem, mas veio para o Brasil há 32 anos. De origem árabe, ela conduziu a tocha em nome da paz de seu povo e pelo país que a acolheu. "Levei a tocha não só em nome de toda comunidade árabe no Brasil, mas no mundo inteiro. É o símbolo da paz entre todos os povos. Vamos torcer para o Brasil que acolheu os árabes aqui. Se não conseguirmos ver ao vivo no Rio, pelo menos vamos assistir na TV e torcer para eles", declarou.
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Atletas sul-americanos
Atletas sul-americanos conduzem tocha Olímpica em Foz do Iguaçu
Por Stefano Giorgi
A paraguaia Leryn Franco, 34, é ex-atleta Olímpica e já representou seu país nos Jogos de Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012 na modalidade lançamento de dardo e até hoje é a recordista da modalidade em seu país. Leryn foi três vezes campeã sul-americana, uma vez vice-campeã Pan-americana e uma vez vice-campeã Ibero-americana. Nesta quinta-feira (30), ela levou toda sua experiência de atleta na condução da tocha Olímpica Rio 2016 e chamou seus compatriotas a participarem dos Jogos Olímpicos.
"Venham para participar com a gente desta festa no Rio. Os primeiros Jogos Olímpicos sul-americanos são no Brasil", pediu a ex-atleta, que também é modelo, apresentadora de TV e embaixadora do turismo no Paraguai.
Leryn não acha que o Paraguai tem grandes chances nos Jogos, mas ainda tem uma pequena esperança.
"A única competidora que tem grandes possibilidades de medalha é Julieta Granada, no golfe", declarou.
Foto:Rio2016/Fernando SoutelloJá o atleta chileno de tiro com arco, Cristobal Barra, de 22 anos, representa o futuro do esporte para seu país e conduziu a tocha em Foz do Iguaçu. Ele não conseguiu classificação para o Rio 2016, mas vai torcer com orgulho pelos atletas do Chile.
"Acredito que nossa maior chance seja no triatlo. E temos boas chances também no tiro esportivo e na ginástica artística. Já nos Jogos Paralímpicos, acredito que Christian Valenzuela na modalidade 5000m T11, e Juan Carlos Garrido em halterofilismo", afirmou Cristobal, que elogiou a cidade. "Vocês têm muita sorte de ter isso aqui", declarou.
Foto: Rio2016/Fernando Soutello -
Brasil e China
"As pessoas aqui nasceram para a música", celebrou o pianista internacional que conduziu a tocha em Foz do Iguaçu
Por Evandreia Buosi
Estrela internacional da música clássica, o pianista chinês Lang Lang, de 34 anos, é um admirador da arte, da música, das pessoas e das belezas do Brasil. Nesta quinta-feira (30), ele participou do revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 em Foz do Iguaçu. Foi a terceira experiência do instrumentista no revezamento: ele já conduziu a tocha em Pequim 2008 e Londres 2012. Além dessas participações, ele tocou piano na cerimônia de abertura dos Jogos em seu país.
Foto: Rio2016/Fernando Soutello“Foi ótimo, fantástico. Muitas pessoas em volta, felizes. Os Jogos Olímpicos estão finalmente chegando, faltam poucas semanas. Dou toda a minha energia e amor para o Brasil, para o Rio, para as pessoas”, diz o pianista.
Acompanhe o desempenho dos atletas nos Jogos Olímpicos
O músico vê o Brasil como um lugar apaixonante. Esta é a quarta vez que visita o país. Sempre que vem, gosta de aproveitar o passeio e curtir um bom churrasco. Fã de bossa nova, o pianista é um entusiasta da música no Brasil.
“As pessoas aqui nasceram para a música. Já toquei com vários músicos daqui e várias crianças. Achei todos muito musicais. Sou sempre inspirado por eles”, afirma.
A união entre música e esporte, para ele, dá um bom show. “É a melhor combinação. Quando você toca uma boa música, é como se praticasse o melhor esporte. Quando você pratica o esporte, é como se tocasse a melhor música. Os dois estão conectados. De coração para coração, de alma para alma”, compara o instrumentista.
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O DNA da canoagem está na família. Omira Maria Estácia Neta começou na canoagem por influência da irmã Ana Sátila e hoje as duas brilham nos rios do Brasil e do mundo. Ela conduziu a chama Olímpica nesta quinta-feira e dedicou à irmã que estará no Rio 2016. "Estou muito feliz de conduzir e de representar meu esporte. Estou torcendo por um bom resultado da minha irmã. Quero ver todo mundo vibrando para trazermos mais medalhas. Vou tentar uma vaga para o Japão", declarou a jovem atleta.
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Convocação sul-americana
Humorista chileno e atriz argentina conduzem tocha Olímpica e convidam torcida de seus países a participar dos Jogos Olímpicos
Por Stefano Giorgi
O bom humor do chileno German Garmendia o fez conquistar 28 milhões de seguidores em seus canais HolaSoyGerman e JuegaGerman, no YouTube. Nesta quinta-feira (30), o jovem de 26 anos conduziu a tocha Olímpica em Foz do Iguaçu e convocou seus seguidores a vivem aos Jogos Rio 2016, o primeiro na América Latina. "[Os Jogos] sempre foram tão distantes. Agora estão tão perto. Acho que todos os sul-americanos devem se sentir parte dos Jogos e virem torcer por seus países", disse o youtuber, que vive em Santiago, do Chile.
Espirituoso, German cativou milhões de fãs no mundo todo com seus canais (Rio2016/Fernando Soutello)German, disse acreditar que cativa tantas pessoas por oferecer um conteúdo diferente da televisão. Ele lembrou do tempo de criança, quando praticava esportes, como o atletismo. Depois de conduzir a chama, o jovem reforçou a importância de os países vizinhos comparecerem ao Rio 2016. "Os Jogos serão incríveis e a festa será linda. Estou encantado. Quero vir não só para ver um esporte específico, mas para ver a energia e todo o evento em si. Acompanhei tanto os Jogos pela televisão e agora tenho uma chance de fazer parte deles", declarou.
Da Argentina, a atriz Carla Rivero, conhecida em seu país como Calu, fez a condução da chama Olímpica em Foz do Iguaçu. A jovem de 29 anos, que também é defensora dos animais e influenciadora digital em seu país, também convocou os "hermanos" a participarem dos Jogos. "Me sinto muito honrada por fazer parte desse momento histórico que são os Jogos Olímpicos, os primeiros na América do Sul, ao conduzir a chama. Acredito que serão competições repletas de emoção, já que latinos são um povo cheio de paixão", declarou a atriz, que ficou pensativa durante a condução. "Pensei em todos os que passaram por esse momento transmitindo a paz e a união dos povos", afirmou.
Calu recebeu a chama do colega de língua espanhola, German (Rio2016/Fernando Soutello) -
Giovanna Matrakas é a atual campeã brasileira de taekwondo. Ela começou a treinar aos oito anos e aos 16 já conquistou o bicampeonato Pan-americano no taekwondo. Além de praticar, ela também é instrutora do esporte para crianças de cinco a dez anos.
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Foz do Iguaçu
A tocha Olímpica Rio 2016 chegou em Foz do Iguaçu nesta quinta-feira (30), cidade que faz fronteira com o Paraguai e Argentina.
O mascote Vinicius conheceu a fronteira entre Brasil e Argentina, na Ponte Internacional da Fraternidade (Rio2016/Leonardo Rui) -
Com 1,78m e 18 anos, Victória Nieradka é considerada uma das maiores promessas do Paraná no salto triplo e no salto em altura. "Estou um pouquinho nervosa por carregar a tocha na minha cidade. Já até sonhei com isso. Participar do revezamento me dá mais motivação para continuar treinando e disputar os Jogos Olímpicos no futuro", diz.
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Foz do Iguaçu
Esporte faz parte da vida de condutores da tocha em Foz do Iguaçu
Por Leonardo Rui
O esporte fez parte da vida de três condutores da tocha Olímpica Rio 2016 de Foz do Iguaçu de maneiras e em fases diferentes da vida.
Acompanhe de perto o desempenho dos atletas nos Jogos Olímpicos
O médico Roberto Antônio Fava já perdeu a conta de quantos partos fez em Foz do Iguaçu, onde vai conduzir a tocha Olímpica. "Mas foram mais de 25 mil em 50 anos de carreira", diz. Ele também já foi jogador de futebol. Participou das categorias de base do Grêmio e do Internacional de Santa Maria, e ainda joga uma bolinha com os amigos até hoje, aos 75 anos.
Antes de ser médico, Roberto jogava bola (Rio2016/Leonardo Rui)Wilson Veiga Junior jogou futsal durante 20 anos. "Passei por quase todos os times do Paraná, e fui campeão brasileiro em muitas competições das categorias de base", conta o condutor. Atualmente, Wilson é vice-presidente da Federação Paranaense de Futebol de Salão.

Wilson deixou os campos, mas sua vida ainda é ligada ao futebol (Rio2016/Leonardo Rui)
Clóris Maia Veiga foi administradora do antigo Hospital São Vicente de Paula e se apaixonou por futsal por causa do filho, o ex-jogador Wilson Veiga. Ela sucedeu o filho na presidência da Liga Iguaçuense de Futsal e ocupou o cargo durante 16 anos. "Depois de superar o câncer de mama, conduzir a tocha Olímpica é uma grande emoção para mim. Vai ficar na lembrança dos meus cinco filhos, onze netos e quatro bisnetos", diz dona Clóris, de 80 anos.
Dona Cloris já foi "cartola" de liga de futebol em Foz do Iguaçu d(Rio2016/Leonardo Rui)
qui, 30 jun
Foz do Iguaçu, PR
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