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Para ver as cataratas de outro ângulo, os visitantes do Parque Nacional do Iguaçu podem fazer um passeio de bote e observar as quedas de pertinho, como fez o empresário Adriano Santos, que conduziu a tocha Olímpica.
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A tocha Olímpica passou pelo Marco das 3 Fronteiras, onde se encontram Brasil, Argentina e Paraguai, pelas mãos do ex-atleta de futsal Wilson Veiga. "O esporte engrandece as pessoas. Estou lisonjeado, tanta gente importante conduziu a chama e eu, um simples atleta, estou aqui. Infelizmente o futsal não é um esporte Olímpico, quem sabe um dia", afirmou.
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O monge budista Tong Zhong conduziu a tocha Olímpica pelos jardins do lugar. Ele foi acompanhado de outros monges, músicos e de um dançarino que simulou um dragão. Há 25 anos no Brasil, o taiwanês percorreu o interior do templo com a chama e passou por seis estátuas de Buda. O líder espiritual realizou um ritual onde pediu proteção para todos aqueles que vão participar dos Jogos Rio 2016. "A chama Olímpica é como o sol. Significa um espírito de paz e harmonia", afirmou.
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A chama Olímpica foi recebida com cerimônia no Templo Budista de Foz do Iguaçu, também chamado de Chen Tien. O lugar possui 120 estátuas de Buda, uma delas com sete metros de altura. No ritual, sons de tambores e de um sino saudaram o fogo Olímpico.
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Nas corredeiras
Medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos Toronto 2015, Felipe Borges, de 21 anos, é uma das promessas da canoagem slalom para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Destaque na categoria C1 (canoa individual), o atleta conquistou o ouro no Campeonato Pan-Americano (2014), no México, e foi campeão brasileiro (2014) e sul-americano (2013). Nesta sexta-feira (1), ele conduziu a tocha Olímpica em Foz do Iguaçu, sua cidade natal, onde se sente à vontade: nas corredeiras do canal da Piracema, em Foz do Iguaçu, cidade onde nasceu. Ele levou a chama em um bote de rafting, esporte radical onde os praticantes também têm de ter habilidade com águas turbulentas. O atleta já conheceu o circuito montado no Parque Radical, no Parque Olímpico de Deodoro, lugar onde vai brigar por medalhas.
Foto: Rio2016/Carla Marques"O canal de slalom do Rio 2016 é grandioso, bonito. Mas o melhor vai ser vê-lo aberto para os meninos do entorno depois dos Jogos, oferecendo uma oportunidade para eles não ficarem nas ruas. É um legado para o Brasil e, especialmente, para a inclusão de crianças e jovens no esporte. Canoagem, como qualquer modalidade, é uma oportunidade de dar um futuro melhor para elas, não só como atividade física, mas como educação e formação. Eu mesmo comecei na canoagem em 2008, no projeto Meninos do Lago, que me tirou da rua e me trouxe para o esporte", lembrou o atleta que foi levado para a condução com os membros do projeto de que fez parte.
O atleta explicou como fará para chegar ao lugar mais alto do pódio.“Vou fazer o melhor para avançar à semifinal, à final e, depois, conseguir o objetivo maior, a medalha de ouro. Mas só estar no Rio 2016 já me deixa muito feliz”, garante.
Nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, o Brasil conquistou medalhas em todas as categorias disputadas na canoagem. Felipe acredita que o bom desempenho da equipe vai se repetir em 2016, mas aponta o canoísta David Florence, da Inglaterra, como o principal adversário do time.
“Ele já participou de três Jogos Olímpicos, é bastante experiente. Mas nós também estamos bem. A medalha de ouro está perto”, acredita.
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Família de Felipe já está no clima dos Jogos e foi acompanhá-lo na condução com cartazes de torcida (Rio2016/Carla Marques) -
Em comemoração aos seus 25 anos de trabalho, a paraguaia Celsita Stete conduziu a chama Olímpica na Hidrelétrica de Itaipu. "Trabalhar aqui é como nos Jogos: não se trata apenas de ganhar a competição, mas de exercitar a integração entre os países", disse.
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O biólogo, funcionário do Instituto Chico Mendes, do qual o Parque Nacional do Iguaçu faz parte, Jorge Luiz Pegoraro, conduziu a tocha e aproveitou para fazer um convite. "Os Jogos são uma oportunidade de convidar a todos para conhecer o Brasil, nossas belezas naturais, como as cataratas", disse.
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Céu azul, quedas d'água e um belo arco-íris formaram o cenário perfeito para começar o terceiro mês de revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 pelo Brasil. As Cataratas do Iguaçu combinam força e imponência de 275 cachoeiras no rio Iguaçu, localizada entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e o Parque Nacional Iguazú em Misiones, na Argentina.
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Olha só quem já chegou em Itaipu: Vinicius parou para tietar a maior geradora de energia limpa e renovável do planeta. A Hidrelétrica de Itaipu fornece cerca de 15% da energia consumida no Brasil e 75% do consumo paraguaio.
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Foz do Iguaçu
Nesta sexta-feira (1), dia em que a tocha completa 60 dias de revezamento pelo Brasil, a chama Olímpica chega a uma das paisagens mais famosas do mundo: as Cataratas do Iguaçu, formadas por cerca de 275 quedas d'água, na fronteira do Brasil com a Argentina.

Foto: Rio 2016/Lívia Rodrigues
sex, 01 jul
Foz do Iguaçu, PR
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Trajeto
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