-
Camila Gebara tem 21 anos e é promessa do judô brasileiro. A jovem participou de dez campeonatos brasileiros, sendo tricampeã Pan-Americana e vice-campeã mundial, na categoria júnior. Ela acendeu a pira da celebração após conduzir a tocha Olímpica. "A palavra que está na minha cabeça é orgulho. Orgulho da minha cidade. Orgulho de ser mulher. Orgulho de ser judoca."
-
O professor de educação física Rogério Montes criou os Ginasloucos, grupo inspirado nos Globetrotters americano, que usa a ginástica artística misturada com as enterradas do basquete. "Esse foi um presente de 30 anos de profissão, 21 anos de Ginasloucos e da nossa apresentação nos Jogos. O grupo foi a melhor coisa que eu já fiz, e conduzir a tocha foi demais".
-
Aos 97 anos, Francisco José Paulino, seu Paulino, foi um dos condutores da tocha Olímpica mais aclamado. Ele começou a correr maratonas aos 72 anos. "Cheguei a correr a São Silvestre com 85 anos. Corri maratonas por 20 anos levando a bandeira do Brasil e de Dourados."
-
Bruno Veron criou o Bro MC, grupo que faz rap em guarani e leva a realidade Guarani Kaiowá para o mundo. "A voz guarani chegou tão longe. Agora estou aqui conduzindo a tocha Olímpica", fraseou o rapper sobre levar o símbolo dos Jogos.
-
Atleta indígena do arremesso de lança, Rocleiton Ribeiro Flores, 21 anos, ganhou a medalha de Prata dos Jogos Mundiais Indígenas 2015, disputado em Palmas (TO). Em 2014 foi o Mister Indígena, considerado o mais bonito daquele ano. "Nem me considero tão bonito, mas o pessoal aqui elogia bastante. Lá em Palmas, perdi o ouro por dez centímetros para o pataxó que fabricou as lanças e já vinha treinando com ela. Este momento de hoje, para mim foi de celebração, de representar a cultura indígena e provar que temos bons atletas".
-
Rosenilda Ayoama tem 37 anos e há cinco sofreu um acidente de moto em que perdeu a perna esquerda. Ela buscou novas experiências, tentou o basquete em cadeira de rodas, mas se encontrou no arremesso de peso e disco. "Não posso deixar nenhum obstáculo me parar, gosto de desafios e fui atrás dos meus. Tirei minha habilitação de carros, consegui minha prótese e vou atrás dos meus sonhos", falou.
-
Crianças indígenas também improvisaram para fazer a sua tocha para celebrar a passagem do símbolo Olímpico por Dourados. Essa, de lata, até tinha chama de verdade.
-
Dona Edina de Souza dedicou 35 anos de sua vida lutando para introduzir a lingua materna, o guarani, no ensino público. A aldeia Jaguapiru tem mais de 14 mil habitantes e três etnias: Guarani, Terena e Kaiowá. "Nós povos indígenas somos diferentes, e ao mesmo tempo somos iguais porque somos todos seres humanos. Todos iguais, brancos, índios, amarelos, negros, somos iguais", disse.
-
Dourados
Dourados é a última cidade deste domingo (26), 55º do revezamento da tocha Olímpica Rio 2016.
Equipe Rio 2016 a caminho de Dourados (Rio2016/Carla Marques) -
Basquete dourado
Basquete é mola motora de condutores em Dourados
Por Leonardo Rui
O basquete é um dos esportes que moveu e ainda move dois dos condutores da tocha Olímpica Rio 2016 em Dourados neste domingo (26).
Maristela Owergoor foi pivô de basquete durante 21 anos e jogou ao lado de craques como Paula e Hortência. Hoje, estuda Psicologia em Dourados. "Para mim, é um reconhecimento carregar a tocha aqui, depois de passar tanto tempo levando o nome de Mato Grosso do Sul para fora do estado e até do país", diz a gaúcha, que se mudou para Dourados com a família quando tinha apenas dois anos de idade.
Maristela jogou ao lado de Paula e Hortência (Rio2016/Leonardo Rui)Basquetebol e handebol têm novos ingressos à venda
Em 1995, o professor de Educação Física Rogério Montes teve a ideia de juntar os fundamentos da ginástica artística e as enterradas do basquete em acrobacias. A inspiração foi o show “Globetrotters: Os Mágicos do Basquete”, da liga norte-americana. Mais de duas décadas depois, os Ginasloucos vão se apresentar nos intervalos de competições durante os Jogos OlímpicosRio 2016 e Rogério vai conduzir a tocha em Dourados.
Rogéio criou o Ginasloucos, que se apresentam na Rio 2016 (Rio2016/Leonardo Rui) -
O revezamento da tocha Olímpica em Dourados vai terminar na Praça Antônio João. O mascote Vinicius conheceu o principal local de celebração da cidade, onde fica a Catedral Nossa Senhora da Imaculada Conceição.
dom, 26 jun
Dourados, MS
-
Trajeto
| Avenida Marcelino Pires - Centro |
| Rua Mozart Calheiros - Jardim Água Boa |
| Rua General Osório - Centro |
| Rua General Osório & Avenida Marcelino Pires - Centro |
| Rua Presidente Vargas & Rua Olinda Pires de Almeida - Vila Progresso |
| MS-156 - Jardim Monte Alegre |
| MS-156 |