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Veja melhores momentos do 71º dia de revezamento da tocha Olímpica, que terminou com Ana Moser acendendo a pira em Blumenau, Santa Catarina.
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Ana Moser, ícone do voleibol feminino no Brasil, acendeu a pira da celebração em sua cidade. "Homenagear a cidade e trazer o espírito olímpico é muito especial. Sou fruto da terra, é um momento de homenagear as raízes", declarou a ex-atleta.
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Jackson Ribeiro é professor de educação física em Blumenau e um verdadeiro apaixonado por fazer tudo que pode relacionado ao esporte. Foi voluntário no Pan-Americano de 2007, no Para-panamericano e agora no Rio 2016. "Eu sempre gosto de participar desses eventos para dar minha colaboração como brasileiro, para ajudar da melhor forma possível. Conduzir a chama Olímpica é mais uma forma de contribuir para que esses sejam os Jogos inesquecíveis para o mundo todo."
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Filhas de Blumenau
Irmãs Amorim participam de condução da tocha Olímpica em Blumenau
Por Evandreia Buosi e Elis Bartonelli
Unidas pelo sangue e pelo esporte, as irmãs Ana e Eduarda Amorim são referência quando o assunto é handebol. Filhas de Blumenau (SC), as duas participaram do revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 na cidade nesta terça-feira (12).
“Blumenau sempre foi celeiro de atletas, muita gente daqui já integrou seleções brasileiras. A cidade tem cultiva o trabalho de base, o esporte para crianças”, enaltece Ana, que disputou os Jogos Olímpicos Atenas 2004.
Ana "abriu caminho" para irmã mais nova (Foto: Rio 2016/Evandreia Buosi)Duda é armadora da atual Seleção Brasileira de Handebol e está escalada para a competição no Rio de Janeiro. Aos 29 anos, ajudou na conquista do ouro nos Jogos Pan-Americanos Rio de Janeiro 2007 e Guadalajara 2011, assim como no Campeonato Mundial de Handebol 2013, na Sérvia. A participação no Rio 2016 será a terceira da trajetória da atleta, que esteve em Pequim 2008 e Londres 2012.
Foto: Rio2016/Andre MourãoA seleção de handebol feminino do Brasil esteve pela primeira vez nos Jogos em Sydney 2000 e nunca voltou para casa com medalha. Duda admite a dificuldade da disputa, mas aposta no trabalho do time para, quem sabe, conquistar a primeira medalha olímpica da modalidade.
Assista ao desempenho dos atletas de perto
“Estamos trabalhando da melhor maneira possível, confiantes e acreditando que conseguimos a classificação no primeiro grupo, por mais que seja difícil. É um campeonato difícil para o handebol brasileiro. Mas estamos num nível muito bom, praticamente igualado ao das europeias. Não dá pra saber o que vai acontecer, são oito equipes de 12 que podem chegar ao pódio. Mas acreditamos muito no nosso trabalho, esperamos que esses Jogos sejam nossos”, entusiasma-se Duda.
Longe do handebol há cinco anos, depois de oito dedicados à modalidade, Ana se enche de orgulho da irmã. Foi ela quem, aos dez anos, começou a praticar o esporte na escola. Duda, três anos mais nova, ficava observando as aulas até que um dia pegou a bola para brincar. As duas despontaram. Disputaram campeonatos nacionais, sul-americanos e mudaram-se para a Europa, onde defenderam a mesma equipe e também foram rivais. A caçula da família Amorim foi um pouco mais longe. Em 2014, foi eleita a melhor jogadora de handebol do mundo.
“É um orgulho gigantesco, primeiro por ter feito parte do início da carreira dela. Fiquei a puxando para ir para a Europa comigo e, agora, a vendo chegar aonde chegou, fico feliz e honrada. Ela realizou meus sonhos antigos e me sinto parte dessas conquistas”, diz a irmã coruja.
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O revezamento da tocha Olímpica passa pela Vila Germânica, onde acontece a Oktoberfest, celebração tradicional da cidade, e termina no pavilhão da festa que celebra a cultura alemã.
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Triatleta amador, o professor de educação física Leonardo Farias realizou hoje um sonho antigo. "Sempre quis competir nos Jogos, mas como isso não foi possível, encontrei no revezamento a chance de ter essa experiência. Hoje é o meu dia nos Jogos Olímpicos", disse.
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A cultura Catarinense foi representada nesta terça-feira (12) pela dançarina Julia Sardagna, de 22 anos. "Sou apaixonada pela dança urbana, por isso sempre encontrei uma forma de fazer dela parte da minha vida. Ajudo a organizar o Festival Black Cat, que reúne todos os anos grupos de dança de todo o estado de Santa Catarina, além de dançar no Avulsos", contou. Com esse grupo, ela foi campeã no festival de dança de Joinville.
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A representante brasileira no BMX em Londres 2012, Squel Stein, falou sobre a evolução do esporte desde sua estreia no programa Olímpico: "Batalhamos muito para divulgar o nosso esporte. Acredito que a entrada do BMX nos Jogos ajudou a difundir e também evoluí-lo. Com isso, conseguimos mostrar a força dos esportes radicais e hoje vemos uma modalidade muito mais presente em todo o país", disse.
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Torcedor ilustre
Fora do Rio 2016, Tiago Splitter aposta em experiência para seleção chegar à final do basquetebol
Por Evandreia Buosi e Patrícia da Matta
Estrela da NBA, principal liga de basquetebol do mundo, o catarinense Tiago Splitter foi outro destaque do revezamento da tocha Olímpica em Blumenau, nesta terça-feira (12). Afastado da seleção brasileira para os Jogos Rio 2016 por conta de uma lesão, ele garantiu que estará na arquibancada torcendo.
Nenê e Raulzinho colocam Brasil na luta por medalha no basquetebol
Tiago Splitter conduziu a tocha Olímpica em Blumenau - Foto: Rio 2016/Andre Mourao"Jogar em casa é especial, o apoio da torcida ajuda, mas também representa uma pressão maior. Os Jogos Olímpicos trazem um grupo complicado para enfrentar, mas a equipe é experiente e vai saber usar essa pressão para chegar até a final".
Primeiro brasileiro campeão da NBA pelo San Antonio Spurs, em 2014, o pivô confessou: a medalha Olímpica ainda é um sonho. "Espero estar nos Jogos Japão 2020. O título Olímpico é maior que a NBA. Você defende o seu país, com seus amigos, seus companheiros de seleção. É claro que eu gostei de conquistar um anel da NBA, mas ainda espero uma medalha Olímpica", disse.
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Duda Amorim, atleta da seleção brasileira de handebol, já está confirmada no Rio 2016. Faltando menos de um mês para os Jogos, ela já começou a sentir o espírito Olímpico em Blumenau: "A alegria do povo na rua dá ainda mais fôlego para os treinos".
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Blumenau
Revezamento da tocha Olímpica visita cultura alemã
Por Leonardo Rui
Em Blumenau, a rota da #TochaOlímpica passa pelo Parque Vila Germânica. O lugar é conhecido por receber a Oktoberfest, o famoso festival que valoriza a cultura alemã, muito forte na cidade. A prefeitura, uma construção em estilo enxaimel, também está na rota do revezamento nesta terça-feira (12).
Eleita a melhor jogadora de handebol do mundo em 2014 e campeã mundial com o Brasil em 2013, Duda Amorim conduz a chama Olímpica em Blumenau. A atleta é um dos destaques da seleção que vai tentar uma medalha no Rio 2016. "É uma satisfação conduzir a tocha Olímpica na cidade que me deu toda a base para praticar meu esporte mundo afora. Minhas colegas de clube e de seleção estão vibrando. Sinto que represento todas elas", disse.Outra atleta que conduz a chama Olímpica na cidade é a ciclista de BMX Squel Stein, que disputou os Jogos Londres 2012: "Infelizmente, o ano de 2015 foi cheio de lesões, e fiquei sem a vaga para o Rio 2016 por poucos pontos. Mas será uma honra conduzir a #TochaOlímpica em Blumenau. É uma emoção tão grande quanto a de competir".
Vinícius já está em Blumenau Foto: Rio 2016/Leonardo Rui
ter, 12 jul
Blumenau, SC
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Trajeto
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