Glossário

A realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos trata dos mais variados assuntos, que vão desde tecnologia e comunicação a segurança e esporte. Conheça os termos utilizados.

> Acampamento da Juventude

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Tipo de acampamento que pode funcionar simultaneamente aos Jogos Olímpicos e acomodar pelos menos dois representantes (um do sexo masculino e outro do sexo feminino), com idade inferior a 18 anos, dos países cujos CONs tenham delegações nos Jogos. Destina-se a celebrar os Jogos Olímpicos e educar os jovens sobre o Movimento Olímpico (Regra 58 da Carta Olímpica).

> Acomodação

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A área responde pela gestão de toda a acomodação antes e durante os Jogos para a Família Olímpica e da Família Paralímpica. Pode igualmente supervisar as necessidades relacionadas à acomodação de outros grupos de pessoas presentes nos Jogos.

> Acordos entre o COI e o IPC

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Uma série de acordos de cooperação entre ambas as organizações que estabelece as bases para a mútua relação, a organização dos Jogos Paralímpicos e o protocolo de marketing relacionado com os Jogos Paralímpicos.

> Agência Mundial Antidoping

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A missão da Agência Mundial Antidoping (World Anti-Doping Agency - WADA) é promover, coordenar e monitorar, em âmbito mundial, ações de combate ao doping esportivo. A WADA coopera com organizações intergovernamentais, governos, autoridades públicas e outros organismos públicos e privados que lutam contra o doping no esporte. A Agência Mundial Antidoping (WADA) foi estabelecida em Lausanne, em 10 de novembro de 1999 e está estruturada com base na representação equitativa, com representantes do Movimento Olímpico e de autoridades públicas.

> Agenda das Competições

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Serve para designar horários, datas, locais e duração dos eventos durante os Jogos Olímpicos.

> Alimentação (Catering)

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Refere-se ao planejamento, organização, coordenação e gestão dos contratos necessários para realizar os serviços de alimentação para todos os grupos de clientes durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos e participantes dos eventos relacionados.

> Área de Competição (Field of Play – FOP)

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É o local utilizado para a competição esportiva e que inclui as áreas de apoio próximas e o entorno até o limite que o separa dos espectadores. O design e as especificações de cada área de competição varia de um esporte para outro e estão em conformidade com as Regras das FIs. Portanto, os limites da área de competição e as atividades autorizadas nas mesmas são distintos para cada esporte. No vernáculo esportivo, FOP é muitas vezes referência a quadra ou campo, piscina, pista, ringue, arena.

> Área Pública (Public Domain)

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A área designada em torno de um local dos Jogos, fora do perímetro do mesmo. É designado como tal porque sua gestão tradicional, em geral, não é suficiente para atender e acomodar os impactos gerados pelos Jogos, o que, portanto, exige planejamento e serviços adicionais por parte dos órgãos públicos e autoridades.

> Áreas Funcionais

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O COI trabalha com uma listagem genérica das áreas funcionais, que são baseadas nas funções dos diversos departamentos dos Jogos em vez de uma estrutura organizacional.

> Assembleia Geral do IPC

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A Assembleia Geral do IPC é o fórum supremo do IPC e reúne membros dos CPNs, IOSDs e um representante de cada esporte do IPC bem como das IPSFs (International Paralympic Sport Federations).

> Associação das Federações Internacionais dos Esportes Olímpicos de Inverno

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Associação sem fins lucrativos, cujos membros integrantes são as Federações Esportivas Internacionais que representam esportes do Programa Olímpico de Inverno. Foi estabelecida para servir de fórum para discussão das questões levantadas por seus integrantes e para determinar o consenso das FIs sobre questões de interesse comum em relação aos Jogos Olímpicos de Inverno e ao Movimento Olímpico (Regra 53 da Carta Olímpica)

> Associação das Federações Internacionais dos Esportes Olímpicos de Verão

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Associação reconhecida pelo COI, sem fins lucrativos, constituída exclusivamente por Federações Internacionais que representam esportes do Programa Olímpico de Verão. Foi estabelecida para coordenar e defender os interesses comuns dos seus membros e para determinar o consenso das FIs sobre questões de interesse comum em relação aos Jogos Olímpicos de Verão e ao Movimento Olímpico (Regra 53 da Carta Olímpica)

> Associação de Comitês Olímpicos Nacionais

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A Associação de Comitês Olímpicos Nacionais (ANOC) é a organização que representa todos os Comitês Olímpicos Nacionais do mundo.

> Associação de Comitês Olímpicos Nacionais da África

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A Associação de Comitês Olímpicos Nacionais da África (ANOCA) é a associação continental formada para representar e promover os interesses de Comitês Olímpicos Nacionais da África.

> Associação dos Comitês Olímpicos Europeus (EOC)

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É a associação continental formada para representar e promover os interesses de Comitês Olímpicos Nacionais da Europa.

> Associação Internacional de Esportes e Recreação para Paralisados Cerebrais (CP-ISRA)

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É uma das cinco Organizações Internacionais de Esporte para Pessoas Deficientes (IOSD) do IPC. É a Federação Internacional de Esporte Paralímpico responsável pela administração da bocha e do futebol de 7.

> Associação Mundial de Atletas Olímpicos

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Organização internacional, sem fins lucrativos, não governamental, criada para promover o Olimpismo e unir os atletas Olímpicos do mundo em harmonia com os princípios fundamentais estabelecidos na Carta Olímpica do COI.

> Associações Continentais

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Associações ou organizações de Comitês Olímpicos Nacionais formadas em âmbito continental para representar e promover os interesses de CONs. São as associações dos Comitês Olímpicos Nacionais da África, dos Comitês Olímpicos Europeus, dos Comitês Olímpicos Nacionais da Oceania, a Organização Desportiva Pan-Americana e o Conselho Olímpico da Ásia.

> Atleta Paralímpico

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Pessoas que foram credenciadas como atletas nos Jogos Paralímpicos.

> Atletas

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Em referência à terminologia dos Jogos, o termo atletas faz referência aos participantes em um esporte dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

> Atletas Olímpicos

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Esportistas que tenham participado como atletas nos Jogos Olímpicos.

> Back of House (BOH)

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A área dentro ou ao redor de uma instalação não acessível para os espectadores. O BOH só pode ser acessado por pessoas devidamente credenciadas. Tipicamente o BOH inclui as áreas de uma instalação projetadas para atender as operações do local. Por exemplo: docas de carga, escritórios de administração, complexos de construção, transferência de materiais, áreas de desembarque, estacionamento, armazéns e galpões.

> Bandeira Olímpica

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A bandeira tem fundo branco, com nenhuma borda. No centro está localizado o símbolo Olímpico com suas cinco cores. Seu design e proporções são os da bandeira apresentada por Pierre de Coubertin no Congresso de Paris em 1914. (Regra 13 da Carta Olímpica)

> Catálogo de Produtos e Serviços (Rate Card)

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O Catálogo de Produtos e Serviços é uma publicação que contém a lista de produtos e/ou serviços que não estão incluídos entre aqueles produtos e/ou serviços que o Rio 2016 é obrigado a fornecer gratuitamente sob os termos do contrato de cidade-sede e suas respectivas taxas de locação. Os grupos que são usuários do catálogo de produtos e serviços incluem, entre outros: mídia, Comitês Olímpicos e Paralímpicos Nacionais (CONs e CPNs), Federações Internacionais (FIs), serviços de hospedagem do patrocinador e o próprio COI. Os produtos e serviços do catálogo são fornecidos geralmente através do aluguel durante o período de Jogos e geralmente incluem: telecomunicações, equipamentos de escritório e tecnologia, audiovisual, veículos, mobiliário, acessórios e equipamentos, eletrodomésticos, equipamento médico entre outros itens.

> Centro de Atendimento do Patrocinador (Hospitality Centre)

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Instalação ou local para atendimento/recepção do parceiro de marketing no local dos Jogos ou dentro da cidade-sede. Fornecimento garantido pelo Rio 2016 em conjunto com o COI dentro ou perto do ambiente dos Jogos Olímpicos que permite aos parceiros de marketing criar e equipar instalações de atendimento/relação corporativa para seu próprio uso durante os Jogos. A instalação ou o local pode ser um espaço exclusivo para um único parceiro de marketing ou um espaço comum exclusivo para um grupo de parceiros de marketing.

> Centro Internacional de Radiodifusão

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O Centro Internacional de Radiodifusão (International Broadcast Centre - IBC) é uma instalação de transmissão de rádio e televisão cujo design e obras de finalização são gerenciados e operados pela OBO/OBS. No IBC, a OBO/OBS recebe e distribui os sinais de ITVR gerados nas instalações. O IBC também é projetado para acomodar os detentores de direitos e colocar à sua disposição, de acordo com suas necessidades, equipamento de radiodifusão, espaço construído e serviços básicos que lhes permita preparar e transmitir a cobertura dos Jogos Olímpicos. O IBC e os Serviços Gerais do IBC são fornecidos pelo Rio 2016 com aprovação da OBO/OBS e conforme os acordos com os detentores dos direitos. As obras de finalização do IBC são de responsabilidade da OBO/OBS.

> Centro Principal de Imprensa (Main Press Centre - MPC)

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O Centro Principal de Imprensa (Main Press Centre - MPC) é uma instalação Olímpica de não competição e é o local central de trabalho para a imprensa escrita e fotográfica credenciada nos Jogos Olímpicos. É o centro nervoso para a mídia credenciada, fornecendo-lhe suporte 24 horas e instalações de trabalho.

> Centro Principal de Operações (MOC)

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É uma instalação de não competição cuja função é fornecer um sistema centralizado de informação, coordenação, comunicação e tomada de decisões, que permite ao Conselho Executivo do Rio 2016 e a seus parceiros/agências gerenciar a conduta eficaz dos Jogos. Ele fornece suporte para instalações e áreas funcionais, de modo a orientar a solução de problemas. Portanto, o MOC é o centro principal de comando, controle e de comunicações para dirigir as operações de Jogos quando necessário.

> Cerimônia de Abertura

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É a cerimônia que marca a abertura dos Jogos Olímpicos. No caso do Rio 2016, acontecerá no estádio do Maracanã. A cerimônia é realizada em conformidade com o protocolo definido pelo COI. Deve refletir e retratar os princípios humanistas do Olimpismo e contribuir para a propagação desses ideais (Ver a Regra 69 da Carta Olímpica)

> Cerimônia de Encerramento

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Cerimônia que encerra oficialmente os Jogos Olímpicos. No caso do Rio 2016, acontecerá no estádio do Maracanã, no último dia de competições. Deve refletir e retratar os princípios humanistas do Olimpismo e contribuir para a propagação desses ideais (Regras 70 e 73 da Carta Olímpica).

> Cerimônia de Medalhas

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A cerimônia ocorre após a competição final para homenagear os atletas e/ou equipes que ficaram em primeiro, segundo e terceiro lugares. No caso dos Jogos de Verão, a cerimônia geralmente acontece logo após o evento e no local onde a competição foi realizada.

> Cerimônias

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A área de Cerimônias é responsável pela preparação e pela entrega de todas as atividades relativas às cerimônias, incluindo a abertura do Estádio Olímpico, recepção de todas as equipes dos CONs na Vila Olímpica, cerimônias de abertura e encerramento e cerimônias de medalhas (Regras 69, 70 e 73 da Carta Olímpica)

> Chama Olímpica

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A chama Olímpica é acesa em Olímpia (Grécia) e trazida em tochas e lamparinas para acender a chama na pira que é acesa durante a Cerimônia de Abertura dos Jogos (Regra 18 da Carta Olímpica).

> Chefe de Missão

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Líder de delegação do CON para os Jogos Olímpicos (Regra 41.2 da Carta Olímpica).

> Cidade Aspirante

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Cidade oficialmente apresentada por um Comitê Olímpico Nacional como candidata à sede dos Jogos Olímpicos em uma data especificada pelo COI.

> Cidade-sede

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Localidade a qual o COI confia a organização e a entrega dos Jogos Olímpicos (Regras 36 e 37 da Carta Olímpica).

> Cidades Candidatas

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Uma cidade que tenha sido anteriormente cidade aspirante e que foi aceita pelo Conselho Executivo do COI como cidade candidata.

> Classificação funcional

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Trata-se do processo pelo qual são alocados os atletas paralímpicos em uma determinada classe do esporte pelo qual competem. A classificação inclui atribuição de classe esportiva e de status de classe esportiva, procedimentos de protesto e recurso. Ela assegura a concorrência leal em todos os níveis por agrupar sistematicamente os atletas de acordo com suas capacidades funcionais.

> Código Mundial Antidoping

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O Código Mundial Antidoping é um documento fundamental e universal, no qual se baseia a luta contra o doping no esporte. Foi adotado pelo COI na sessão de julho de 2003 e sua aplicação é obrigatória para todo o Movimento Olímpico (Regra 48 da Carta Olímpica).

> Códigos dos Jogos

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Os Códigos dos Jogos constituem a base primária das listas dos códigos e da terminologia relacionada (em inglês e francês) necessários em várias aplicações de sistemas nos Jogos Olímpicos. São necessários para garantir que os aplicativos dos computadores refiram-se a fato, objeto, lugar, pessoa ou atividade corretos e auxiliar nas informações que as várias áreas funcionais necessitam. Alguns dos códigos são definidos pelo COI e organizações externas, enquanto outros serão exclusivos para a cidade-sede, tais como os Códigos das Instalações. No primeiro grupo, incluem-se os nomes e os códigos associados de países, línguas, esportes, disciplinas, eventos e áreas funcionais.

> Comando e Controle

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Comando e Controle é o conceito de formar uma estrutura organizacional para operações integradas e a tomada de decisão por todas as áreas funcionais representadas na instalação, perímetro e outras equipes operacionais. Durante os Jogos, esta área é responsável pela implementação do comando e controle de todo o evento, principalmente coordenados através do Centro Principal de Operações (MOC).

> Comissão de Avaliação do COI

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Composta por membros do COI, representantes das Federações Internacionais (FIs), dos Comitês Olímpicos Nacionais (CONs), da Comissão dos Atletas e do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), bem como por outros peritos que examinam as candidaturas das cidades, visitam as cidades candidatas e preparam um relatório de avaliação, que o Conselho Executivo do COI usa como base para fechar a lista de cidades que submetem seus projetos na sessão do COI para eleição.

> Comissão de Coordenação para os Jogos Olímpicos

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A Comissão de Coordenação para os Jogos Olímpicos é formada logo após a eleição de uma cidade-sede com o objetivo de supervisionar e auxiliar a Comitê Organizador no planejamento, construção e entrega dos Jogos Olímpicos. A Comissão de Coordenação atua como um elo de ligação entre o COI, o Rio 2016, as Federações Internacionais (FIs) e os Comitês Olímpicos Nacionais (CONs).

> Comissões do COI

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As Comissões e os grupos de trabalho são estabelecidos pelo Presidente do COI e compostos por membros do próprio COI e outros membros do Movimento Olímpico com representação individual ou em nome da entidade que representam. As comissões estudam determinados assuntos específicos e formulam recomendações ao Conselho Executivo. Exemplos: Comissão de Solidariedade Olímpica e Comissão Médica.

> Comitê de Candidatura

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Entidade ou organização responsável pela promoção de uma cidade que é criada não mais do que três meses após a publicação pelo COI da lista de cidades aspirantes.

> Comitê Olímpico Internacional (COI)

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O Comitê Olímpico Internacional (COI) é a autoridade suprema do Movimento Olímpico. O COI é uma organização não-governamental internacional, sem fins lucrativos e cuja missão é liderar o Movimento Olímpico e promover o Olimpismo em conformidade com a Carta Olímpica (Regra 19 da Carta Olímpica)

> Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos (COJO)

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A sigla COJO é uma referência genérica a um Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Verão e/ou os Jogos Olímpicos de Inverno. A realização dos Jogos inicialmente é confiada pelo COI ao CON do país-sede que, por sua vez, constitui o COJO como a organização responsável por gerenciar as operações necessárias para a realização dos Jogos (Regra 39 da Carta Olímpica).

> Comitê Organizador Paralímpico

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Segundo o acordo entre o COI e o IPC, o Rio 2016 foi designado como o Comitê Organizador Paralímpico (POC) responsável pela entrega dos Jogos Paralímpicos.

> Comitê Paralímpico Internacional (IPC)

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O Comitê Paralímpico Internacional (IPC) é a autoridade suprema do Movimento Paralímpico. Organização internacional, não-governamental, sem fins lucrativos, tem como missão liderar o Movimento Paralímpico e a promoção do esporte para atletas deficientes em conformidade com o manual do IPC.

> Comitês Olímpicos Nacionais (CONs)

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Comitês Olímpicos Nacionais (CONs) são as organizações reconhecidas pelo COI, que, em seus respectivos países, desenvolvem e protegem o Movimento Olímpico em conformidade com a Carta Olímpica. Os CONs devem ser estabelecidos em conformidade com a Carta Olímpica e seus estatutos precisam ser aprovados pelo COI (Regra 31 da Carta Olímpica).

> Comitês Olímpicos Nacionais da Oceania (ONOC)

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Associação continental formada para representar e promover os interesses dos Comitês Olímpicos Nacionais da Oceania.

> Comitês Paralímpicos Nacionais (CPNs)

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A organização nacional coordenadora reconhecida pelo IPC ou organização guarda-chuva de esporte para atletas com deficiência, que propaga o desenvolvimento e a salvaguarda do Movimento Paralímpico e dos esportes para pessoas com deficiência em conformidade com o manual do IPC.

> Competição

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A competição envolve a realização ou a participação em um evento do esporte ou disciplina em uma determinada instalação. A competição é gerenciada pelos líderes de competição do Rio 2016, enquanto o controle técnico e a direção da competição é de responsabilidade das Federações Internacionais de Esporte.

> Comunicação Visual dos Jogos (Look of the Games)

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A Comunicação Visual dos Jogos se refere à implementação de uma identificação e também de decorações específicas integradas a um programa de sinalização para todos os locais e instalações dos Jogos. Suas atividades envolvem principalmente design, gestão de projetos, produção e instalação dos mesmos.

> Conceito de Operações das Áreas Funcionais

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Documentos produzidos pelo Rio 2016 e seus parceiros durante a fase de planejamento operacional, com detalhamento da abordagem a ser adotada pelas áreas funcionais para oferecer os serviços e produtos necessários à entrega dos Jogos.

> Concessões

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Local previamente aprovado pelo Rio 2016, a partir do qual um concessionário ou outro fornecedor autorizado vende ou distribui produtos ou mercadorias. Geralmente, existem dois tipos de concessões nas instalações: alimentos e mercadorias.

> Conselho Executivo do COI

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O Conselho Executivo do COI é composto pelo Presidente, quatro Vice-Presidentes e dez membros adicionais. Este órgão tem a responsabilidade de gerir os assuntos do COI (Regra 23da Carta Olímpica).

> Conselho Olímpico da Ásia (OCA)

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Associação continental formada para representar e promover os interesses dos Comitês Olímpicos Nacionais da Ásia.

> Contrato de Cidade-sede

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Acordo firmado entre o COI, a cidade-sede e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) que especifica detalhadamente as obrigações que cabem a cada uma das partes no que se refere à preparação dos Jogos. O contrato de cidade anfitriã é assinado por ocasião da eleição da cidade-sede.

> Controle de Doping

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Envolve a responsabilidade pelo organização, implementação e administração do processo que inclui o planejamento da distribuição dos testes, a coleta e manuseio de amostras, as análises laboratoriais, a gestão dos resultados, audiências e recursos.

> Credenciamento

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Refere-se ao processo de registro, produção, distribuição e validação de cartão de credenciamento Olímpico e Paralímpico que permite ao titular o direito de acesso e outros privilégios nas áreas dos Jogos.

> Cronograma das Áreas Funcionais

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Ferramenta de gestão de projetos que identifica as etapas-chave para o COI e o Rio 2016, bem como os produtos finais para cada função específica do Rio 2016. A programação abrange o ciclo de vida do Rio 2016 e permite que o progresso seja acompanhado. Com base no cronograma geral (Master Schedule) do COI/Rio 2016, a tabela de áreas funcionais inclui mais detalhes.

> Cronograma de Construção de Instalações e Infraestruturas (VICS)

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Ferramenta de gestão de projetos que indica o calendário para a realização de etapas-chave no processo de construção de cada instalação de competição, principais instalações de não competição e projeto de construção de infraestruturas relacionadas aos Jogos. Marcos incluem o estudo de viabilidade/avaliação do impacto ambiental, as fases de design, licitação, adjudicação de contratos, construção de obras permanentes, testes, instalação de infraestrutura temporária (overlay). A informação de referência dada para cada projeto inclui breves descrições do escopo, orçamento, capacidade da instalação quando relevante, organização responsável, nível de risco e problemas. O COI fornece o formato para este cronograma.

> Cronograma Geral

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O cronograma geral do COI/Rio 2016 é uma ferramenta de gestão de projetos por meio da qual são identificadas as etapas-chave de trabalho do COI e do Rio 2016 e apontados os resultados esperados para cada função do Rio 2016. A programação abrange o ciclo de vida do Rio 2016 e permite que o progresso seja acompanhado passo a passo. Um cronograma geral genérico foi fornecido pelo COI para o Rio 2016 e este foi então adaptado para o contexto específico do Rio 2016.

> Cronometragem e Pontuação

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Diz respeito ao sistema especializado de hardware e software desenvolvido para capturar os resultados de uma competição (por exemplo cronometragens elétricas, resultados dados pelos árbitros) durante e ao final dos eventos dos Jogos, de modo que seja possível disponibilizar esses dados para os sistemas de resultados, com consequente processamento e distribuição dos mesmos.

> Delegação do CON

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Todos os atletas e oficiais que representam um Comitê Olímpico Nacional nos Jogos Olímpicos.

> Delegados Técnicos (Technical Delegates - TD)

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São os representantes de uma FI que normalmente têm a responsabilidade de assegurar o atendimento a todos os aspectos técnicos de planejamento e gerenciamento de competição Olímpica. Geralmente considerada como a mais alta autoridade da FI na área de competição (FOP) em relação a todas as questões técnicas (artigo 57 da Carta Olímpica).

> Diplomas

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Juntamente com as medalhas, os diplomas fazem parte da premiação concedida nas competições dos Jogos Olímpicos. Competidores que alcançam colocação do primeiro até o oitavo lugar em seus eventos recebem diploma (Regra 71 da Carta Olímpica).

> Direitos de Marketing

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Uma licença concedida a terceiros através de um contrato de marketing para promover uma associação com o Movimento Olímpico ou com os Jogos Olímpicos, muitas vezes através da exibição ou, em outros casos, utilizando marcas e imagens Olímpicas em promoções, nas propagandas ou nos produtos.

> Disciplina

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Uma disciplina, conforme definido na Carta Olímpica, é um ramo de um esporte Olímpico, composto por um ou vários eventos (Regra 52.2 da Carta Olímpica)

> Dossiê de Candidatura

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Publicação que traz as respostas de uma cidade candidata ao Questionário da Fase II do COI e por meio da qual é detalhado o projeto de uma cidade candidata para organizar os Jogos Olímpicos.

> Educação

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Responsável por incentivar e envolver os jovens com o esporte, permitindo que eles e suas famílias, possam compreender e abraçar o espírito dos Jogos Olímpicos, construindo um sentido de envolvimento e participação no evento. Assim, espera-se maximizar o benefício educacional e resultados de aprendizagem para estudantes, disponibilizando por meio dos Jogos e a partir dos temas que sustentam o Olimpismo.

> Empresas de Radiodifusão

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No contexto dos Jogos, são organizações de radiodifusão, televisão e/ou rádio, que possuem o direito exclusivo de transmissão dos Jogos Olímpicos, dentro de um determinado país ou território.

> Espectadores

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Trata-se do grupo de pessoas que assiste as competições dos Jogos Olímpicos ou que, de algum modo, participa das atividades relacionadas ao evento. Os espectadores podem possuir ingressos ou não, e podem ser locais (da região da cidade-sede), nacionais (do país-sede e de fora da região de cidade-sede) ou internacionais (de fora do país-sede).

> Esporte

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Como definido na Carta Olímpica, um esporte deve ser amplamente praticado por homens em pelo menos 75 países e em quatro continentes e por mulheres em pelo menos 40 países e em três continentes. Para inclusão nos Jogos Olímpicos de inverno, um esporte deve ser praticado amplamente em pelo menos 25 países e em três continentes (Regra 52 da Carta Olímpica)

> Estrutura da Organização

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Uma lista corporativa dos grupos, divisões, programas, departamentos e subprogramas mostrados em níveis hierárquicos. Cada comitê organizador irá formar uma estrutura da organização própria, com departamentos, seções ou programas (ou quaisquer termos que sejam relevantes no contexto da cidade/país-sede), de modo a assumir a plena responsabilidade pelo gerenciamento de todas as áreas funcionais.

> Evento

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Cada esporte e disciplina tem pelo menos um evento. Conforme definido na Carta Olímpica trata-se de uma competição de um esporte Olímpico ou de uma de suas disciplinas e resulta em um ranking que dá origem a atribuição de medalhas e diplomas. Por exemplo nos desportos aquáticos, as provas dos 100m, 200m, 1500m, etc. são eventos realizados como parte do programa de natação (Regra 52.3 da Carta Olímpica).

> Eventos-teste

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Todos os eventos pré-Jogos que são realizados com a finalidade de testar as instalações, o pessoal e as operações. Isso inclui avaliação tanto em instalações de competição como de não competição. Eventos-teste de competição podem ser realizados em qualquer momento de dois meses a 24 meses antes dos Jogos, dependendo da natureza dos esportes e da instalação. O calendário para realização de eventos-teste de competição são definidos de acordo com a Federação Internacional de cada esporte (Regra 55 da Carta Olímpica).

> Faixas Olímpicas Preferenciais/ Faixas Olímpicas Exclusivas

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Assim são chamadas às faixas de circulação viária ou estradas de uso exclusivo dos ônibus e veículos da Família Olímpica.

> Família Olímpica

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Família Olímpica é um termo geral usado para agrupar os vários integrantes do Movimento Olímpico. Qualquer interpretação específica ou aplicação do termo deve ser verificada com o COI.

> Família Paralímpica

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A Família Paralímpica inclui os atletas paralímpicos, o IPC, CPNs, IOSDs, IPSFs e os comitês organizadores.

> Fase de Candidatura

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As cidades aceitas como Cidades Candidatas pelo Conselho Executivo do COI irão a uma segunda fase de avaliação de seus projetos, durante a qual elas deverão apresentar um dossiê para o COI.

> Federação Internacional de Esportes para Cegos

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A Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA) é uma das cinco Organizações Internacionais de Esporte para Pessoas Deficientes (IOSD) do IPC. É a Federação responsável pela administração do goalball, do judô e do futebol de 5.

> Federação Internacional de Esportes para Deficientes Mentais

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A Federação Internacional de Esportes para Deficientes Mentais (INAS-FID) é uma das cinco Organizações Internacionais de Esporte para Pessoas Deficientes (IOSD) do IPC.

> Federação Internacional Stoke Mandeville de Esporte em Cadeira de Rodas

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A Federação Internacional Stoke Mandeville de Esporte em Cadeira de Rodas (ISMWSF) é uma das cinco Organizações Internacionais de Esporte para Pessoas com Deficiência (IOSD) do IPC. É a Federação Internacional de Esporte Paralímpico responsável pela administração da esgrima em cadeira de rodas e do rugby em cadeira de rodas.

> Federações Internacionais (FIs)

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Federações Internacionais (FIs) de esporte são organizações não-governamentais que representam e administram as respectivas disciplinas, não necessariamente Olímpicas, em âmbito mundial e englobando organizações que administram o esporte no nível nacional (Regras 29 e 30 da Carta Olímpica).

> Federações Internacionais de Esporte Paralímpico

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As federações internacionais responsáveis pela organização das competições nos Jogos Paralímpicos.

> Federações Nacionais

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Os órgãos esportivos que regem a respectiva disciplina dentro dos limites geográficos de um país e que são afiliados aos Comitês Olímpicos Nacionais e a sua Federação Internacional correspondente (Regra 33 da Carta Olímpica)

> Front of House (FOH)

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Área pública dentro de um local que é acessível aos espectadores que possuem ingressos e a outras pessoas com direito de acesso às instalações dos Jogos. Fica situada após o ponto de controle dos ingressos. O FOH geralmente contém assentos para todos os pessoas que podem usufruir do local e dispõe de serviços para atendimento aos espectadores, tais como banheiros, comidas e bebidas, quiosques e primeiros socorros.

> Games Time

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Um período de tempo que se estende desde o início da cerimônia de abertura até o fim da cerimônia de encerramento (Regra 36 da Carta Olímpica)

> Garantias

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O questionário do COI requer que as cidades aspirantes obtenham garantias de terceiros para a realização dos Jogos Olímpicos.

> Gerenciamento de Competição

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O gerenciamento de competição está relacionado à aplicação das normas e regulamentos de cada Federação Internacional na entrega de cada esporte no mais alto nível possível para que os melhores atletas do mundo mostrem seus talentos.

> Gerenciamento de Informações

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A área fornece uma gama de serviços de coordenação de conhecimento e de informação para todas os departamentos do Rio 2016. São serviços relacionados ao gerenciamento de informações e ao apoio para a entrega das diretivas de comunicação do Rio 2016, incluindo gerenciamento de documentos e serviços corporativos de informações.

> Gerenciamento Operacional de Instalações

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É uma área que planeja e gerencia as atividades nas instalações e no entorno das mesmas. A tarefa da área é planejar, preparar e implementar a operação integrada de todas as instalações e locais Olímpicos, levando em consideração as necessidades de todos as partes interessadas (stakeholders), e as demandas de todas as áreas funcionais do Rio 2016 e parceiros/agências.

> Gestão de Riscos

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A gestão de riscos facilita a identificação dos eventuais riscos que impactam as operações dos Jogos Olímpicos e o desenvolvimento de estratégias para minimizá-los. A área de gestão de riscos trabalha em estreita colaboração com as equipes das instalações, bem como com gerentes de outras áreas funcionais, para identificar e administrar os riscos associados às operações realizadas durantes os Jogos. Essa interação ocorre em uma das quatro áreas-chave: segurança, análise de risco financeiro, seguros e planejamento de contingência.

> Gestão Financeira

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A gestão financeira está relacionada à determinação e à manutenção da estrutura para o controle financeiro sobre as operações do Rio 2016. Ela garante que procedimentos e sistemas adequados sejam adotados para permitir que o Rio 2016 preste contas sobre todas as transações relevantes de forma precisa, de modo a garantir que um sistema eficaz de controle financeiro seja observado e mantido pela organização. Com a gestão financeira é possível respeitar a tributação e as obrigações estatutárias, bem como o gerenciamento das operações de tesouraria, incluindo o gerenciamento do fluxo de caixa, transações em moeda estrangeira, empréstimos e investimentos de fundos excedentes do Rio 2016.

> Grupo de Instalações (Cluster)

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Conjunto de instalações e/ou locais próximos geograficamente uns dos outros, que não exigem um perímetro de segurança. As operações das instalações /locais impactam umas nas outras e, portanto, estão integradas na medida do necessário.

> Ingressos (Ticketing)

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Esta área faz a gestão de todas as atividades relacionadas aos ingressos, como design de blocos de assentos reservados, vendas e distribuição de ingressos. Os ingressos são a ferramenta por meio da qual pode ser feito o controle de acesso do público em geral aos eventos dos Jogos.

> Instalação de Competição

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Local de importância fundamental, operado pelo Rio 2016 e/ou seus parceiros/agências (por uma equipe multifuncional da instalação), localizado dentro de um perímetro de segurança, sujeito à utilização exclusiva do Rio 2016 e/ou de seus parceiros/agências e usado oficialmente para as competições Olímpicas e Paralímpicas.

> Instalação de Não Competição (NCV)

gloss-venues

Um local de não competição, operado pelo Rio 2016 e/ou seus parceiros/agências, localizado dentro de um perímetro de segurança, sujeito a utilização exclusiva do Rio 2016 e/ou seus parceiros/ agências, oficialmente usado para entregar os Jogos Olímpicos e/ou Paralímpicos.

> Instalação de Treinamento

gloss-venues

Local onde são realizadas sessões de treinamento. Geralmente estão localizadas fora do local de competição e servem para o treinamento dos atletas antes e durante os Jogos. Em alguns casos, instalações de competição também servem como instalações de treinamento. Instalações de treinamento, bem como todos os equipamentos e serviços incluídos neles, tem seus pré-requisitos e características definidos de acordo com a Federação Internacional de cada esporte.

> Instalação Limpa

gloss-venues

Uma instalação que está em conformidade com as normas estabelecidas no Contrato de Cidade-sede e na Carta Olímpica (Regra 61). A Carta Olímpica exige que todas as estruturas, instalações e áreas que são visíveis aos espectadores, pessoas credenciadas e câmeras de transmissão nos Jogos Olímpicos, estejam livres de publicidade comercial e outras mensagens consideradas inapropriadas para o ambiente dos Jogos Olímpicos.

> Instalações Temporárias (Overlay)

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Instalações temporárias específicas para servir aos eventos e necessárias para os Jogos Olímpicos. Podem ser acrescentadas a instalações e locais permanentes ou temporários, ou podem ser autônomas. Incluem produtos temporários (assentos, tendas, plataformas, rampas, sinalização, tratamento de comunicação visual dos Jogos Look of the Games, etc.) e serviços (elétricos, mecânicos, de águas residuais, ventilação e ar condicionado).

> Jogos Paralímpicos

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Um evento internacional multiesportivo de alto nível para atletas deficientes organizado em moldes semelhantes àqueles adotados para os Jogos Olímpicos e realizado a cada quatro anos imediatamente após os Jogos Olímpicos na mesma cidade-sede.

> Jurídico

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A área jurídica fornece assessoria jurídica e suporte prontamente acessíveis para o Rio 2016 no cumprimento das suas funções. Isso inclui garantir o atendimento, por parte do Rio 2016, de suas obrigações, conforme estabelecido na Carta Olímpica; no contrato de cidade-sede, na legislação relevante e nos contratos dos quais é uma das partes. A área funcional jurídica também negocia, conclui e documenta os acordos que protegem os interesses e maximizam as oportunidades de receita para o Rio 2016, assegura a boa governança corporativa do Rio 2016 e facilita a resolução de litígios e/ou gerencia litígios nos quais o Rio 2016 está envolvido.

> Legado

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Legado, em relação aos Jogos Olímpicos, inclui os possíveis benefícios que, a longo prazo, serão garantidos para a comunidade e o país, bem como a possível contribuição de cada edição dos Jogos para a continuidade e fortalecimento do Movimento Olímpico. É um aspecto-chave considerado na avaliação das propostas das Cidades Candidatas. Os vários aspectos relacionados ao legado (por exemplo, esporte, economia, cultura, etc.) são levados em conta desde o início do processo de candidatura.

> Licenciamento e Varejo

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Licenciamento e varejo maximiza as receitas do Rio 2016 com a venda de mercadoria oficial licenciada, utilizando marcas e propriedades intelectuais Olímpicas, tanto no país-sede como internacionalmente, sempre que possível. Acordos são desenvolvidos com os fabricantes para produzir mercadoria Olímpica, com a concessão de uso da sua marca (ou marcas) para um terceiro (licenciado), para que este possa usá-la para criar suvenires (lembranças) comemorativas aos Jogos Olímpicos.

> Líder de Competição

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O indivíduo responsável no Rio 2016 pela organização e gerenciamento de um determinado esporte, em estreita ligação com a respectiva Federação Internacional e as equipes das instalações do Rio 2016.

> Limpeza e Lixo

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Refere-se ao planejamento, implementação e gestão da prestação de todos os serviços de limpeza, remoção e tratamento de lixo em todas as instalações de competição e não competição sob controle direto do Rio 2016 e necessárias para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

> Locais de apoio (Facility)

gloss-venues

Local de não competição, tipicamente com uma função de apoio, operado pelo Rio 2016 e/ou seus parceiros/agências (não necessariamente uma equipe multifuncional da instalação), não obrigatoriamente localizado dentro de um perímetro de segurança, nem sujeito à utilização exclusiva do Rio 2016, mas importante para garantir a entrega dos eventos durante os Jogos Olímpicos.

> Logística

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Responde pela gestão e supervisão da implementação de todos os agendamentos das entregas, recebimento, distribuição, controle de ativos e eliminação.

> Manuais Técnicos do COI

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Os manuais técnicos fornecem obrigações técnicas detalhadas que devem ser observadas pelos Comitês Organizadores dos Jogos Olímpicos. Estes documentos contêm informações, procedimentos e processos de planejamento, bem como práticas comprovadas em relação a uma função da organização dos Jogos Olímpicos. Os manuais técnicos estão intimamente relacionados a outros documentos-chave do COI, tais como o Contrato de Cidade-Sede e a Carta Olímpica.

> Manual do IPC

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Estão reunidos neste documento a constituição e os estatutos do IPC, que incluem os princípios orientadores e as políticas gerais para a organização dos Jogos Paralímpicos e competições reconhecidas pelo IPC.

> Marcas Olímpicas

gloss-marketing

Qualquer marca oficial, design, logotipo, símbolo, produto, termo, frase ou outro sinal distintivo que serve para representar uma organização Olímpica ou o Movimento Olímpico. Exemplos desses itens são o símbolo Olímpico, a bandeira Olímpica, o lema Olímpico, um emblema Olímpico e o hino Olímpico.

> Marketing de Emboscada

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Todas as tentativas intencionais e não intencionais de criar uma associação comercial falsa ou não autorizada com o Movimento Olímpico ou com os Jogos Olímpicos.

> Marketing Geral

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Refere-se à direção do desenvolvimento de marcas, publicidade, estratégia de gestão e coordenação das áreas funcionais relacionadas ao marketing.

> Matriz de Responsabilidade de Instalação e Infraestrutura

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Define papel das organizações envolvidas na preparação e organização dos Jogos e suas responsabilidades específicas de cada fase do processo de desenvolvimento da infraestrutura, incluindo estudos de viabilidade, propostas, adjudicação de contrato, design, aprovações, financiamento, construção de obras permanentes, instalação de infraestrutura temporária etc.

> Medalhas

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Juntamente com os diplomas, as medalhas são os mais importante prêmios dados em uma competição nos Jogos Olímpicos. Elas são oferecidas em reconhecimento à excelência esportiva e para honrar aqueles atletas que ficam em primeiro, segundo e terceiro lugares em uma final de competição Olímpica (Regra 70 da Carta Olímpica)

> Membros do COI

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Membros do COI são escolhidos ou eleitos entre pessoas consideradas qualificadas pela organização. Cada país pode ter apenas um membro no COI, a menos que tenha sediado Jogos Olímpicos de Verão ou Jogos Olímpicos de Inverno quando, então, o COI permite a eleição de um segundo representante (Regra 20 da Carta Olímpica).

> Mídia

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Mídia é uma referência genérica aos membros da imprensa escrita e fotográfica e aos radiodifusores.

> Móveis, Utensílios e Equipamentos (Furniture, Fixtures and Equipment)

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Comumente conhecidos como FF & E (Furniture, Fixtures and Equipment, em inglês), terminologia recorrente na indústria da construção. Em relação aos Jogos, faz referência principalmente aos móveis e equipamentos que são necessários nas instalações dos Jogos.

> Movimento Olímpico

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Movimento, liderado pelo COI que engloba organizações, atletas e outras pessoas que seguem os princípios estabelecidos na Carta Olímpica, documento cujo objetivo é contribuir para a construção de um mundo pacífico e melhor, com a educação de jovens através do esporte, sem discriminação de qualquer natureza e dentro do espírito Olímpico. Isto é, com a compreensão mútua, envolvendo espírito de amizade, solidariedade e jogo limpo (fair play).

> Movimento Paralímpico

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O termo refere-se a todas as organizações e indivíduos, iniciativas e atividades envolvidas na promoção e entrega de esporte de elite para atletas deficientes em todo o mundo. Por exemplo, CPNs, IOSDs e IPSFs.

> Oficiais Técnicos

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Neste grupo estão pessoas indicadas por cada Federação Internacional e que têm a autoridade técnica necessária para preparar e administrar a competição. Os oficiais técnicos em geral são juízes e árbitros, além de outros oficiais específicos ao esporte. Pode haver oficiais técnicos nacionais e internacionais, dependendo das regras e regulamentos de cada esporte em particular (Regra 57, capítulo 5 da Carta Olímpica)

> Olimpismo

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O termo Olimpismo faz referência ao espírito e aos valores do Movimento Olímpico (ver os princípios fundamentais da Carta Olímpica).

> Operações Aeroportuárias

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A operação do aeroporto(s) usado(s) para chegadas e partidas dos participantes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos inclui atendimento a todos os aspectos normais do funcionamento de um aeroporto fora do período dos Jogos, tanto no ar quanto em terra, com disponibilização de serviços específicos adicionais para os participantes, incluindo a validação das credenciais, serviços de recepção, gestão de bagagem e equipamento e transporte terrestre.

> Operações de Esporte

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A área funcional de Operações de Esporte oferece planejamento centralizado e serviços de implementação relacionados ao esporte, no que diz respeito a processos, padrões operacionais e funções aplicáveis a todos os esportes Olímpicos.

> Operações de Imprensa

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Área definida dentro do Guia de Mídia do COI. Responde pelo planejamento e pela entrega das operações de imprensa dos Jogos Olímpicos, com atividades que englobam atendimento ao Centro Principal de Imprensa, às operações de imprensa nas instalações, aos serviços de fotografia, à alimentação do Serviço Olímpico de Notícias e às demandas dos profissionais de imprensa no que se refere ao credenciamento, ao transporte, a acomodação da Mídia, ao acesso ao catálogo de Rate Card e gestão do trabalho dos voluntários de mídia.

> Operações de Instalações

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Referem-se ao conjunto de abrangente de atividades nas instalações e no entorno das mesmas.

> Organização Desportiva Pan-Americana (ODEPA)

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Associação continental formada para representar e promover os interesses dos Comitês Olímpicos Nacionais das Américas.

> Organização Internacional de Esporte para Pessoas Deficientes

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A Organização Internacional de Esporte para Pessoas Deficientes (IOSD) é uma das cinco Organizações Internacionais de Esporte para Pessoas com Deficiência (IOSD) do IPC.

> Organização Olímpica de Radiodifusão (Olympic Broadcast Organisation - OBO)

gloss-media

Tem a responsabilidade de produzir os sinais ITVR e o propósito adicional de fornecer aos radiodifusores as instalações e os serviços necessários para transmitir os Jogos Olímpicos. Além de gerar os sinais de ITVR, a OBO deve instalar e operar as instalações técnicas de radiodifusão nas instalações Olímpicas e no IBC, fornecer transmissão de telecomunicações e outros serviços que possam ser necessários para a cobertura de radiodifusão unilateral dos Jogos Olímpicos, bem como atender as demandas dos detentores de direitos, atuando como ponto de interação com o Rio 2016 e outras organizações locais.

> Organização Paralímpica de Radiodifusão (Paralympic Broadcast Organisation - PBO)

gloss-media

A Organização Paralímpica de Radiodifusão (PBO) é a organização cuja responsabilidade é produzir os sinais ITVR e tem o propósito adicional de fornecer aos radiodifusores as instalações e serviços necessários para transmitir os Jogos Paralímpicos. Além de gerar os sinais de ITVR, a PBO deve instalar e operar as instalações técnicas de radiodifusão nas instalações Olímpicas e no IBC, além de fornecer transmissão de telecomunicações e outros serviços que possam ser necessários para a cobertura de radiodifusão unilateral dos Jogos Paralímpicos, atendendo as demandas dos detentores dos direitos, atuando como ponto de interação com o Rio 2016 e outras organizações locais

> Organizações de Radiodifusão Detentoras dos Direitos

gloss-media

Grupos aos quais tenham sido concedidos direitos exclusivos de televisão e/ou rádio pelo COI para transmitir os Jogos Olímpicos em um determinado território RHBs. Também chamadas de Detentores dos Direitos.

> Organizações de Radiodifusão Não Detentoras dos Direitos

gloss-media

Grupos aos quais não tenham sido concedidos pelo COI direitos exclusivos de televisão e/ou rádio para transmissão dos Jogos Olímpicos em um determinado território. Estas organizações podem ser credenciadas nos Jogos Olímpicos, a critério do COI, na categoria ENR (Organizações de Radiodifusão Não Detentoras dos Direitos). Neste caso, se concordar com o enquadramento como ENR, a organização e cada indivíduo nomeado por ela terão acesso restrito aos Jogos Olímpicos, conforme definido pelo COI nas Regras de Acesso às Notícias.

> Organizações Internacionais de Esporte para Pessoas Deficientes

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Termo genérico para as organizações de esporte para pessoas deficientes. São membros fundadores do IPC, específicas segundo as deficiências e incluem: 
- Associação Internacional de Esportes e Recreação para Paralisados Cerebrais (CP-ISRA)
- Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA)
- Federação Internacional de Esportes para Deficientes Mentais (INAS-FID)
- Organização Internacional de Esporte para Pessoas Deficientes (ISOD)
- Federação Internacional Stoke Mandeville de Esporte em Cadeira de Rodas (ISMWSF)

> País-sede

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O país em que se situa a cidade-sede.

> Parceiros de Marketing

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Entidades comerciais que obtiveram direitos de marketing Olímpico através de sua relação com o Movimento Olímpico ou com uma organização Olímpica específica e que fazem investimento financeiro na realização e nas operações dos Jogos Olímpicos. Neste grupo, incluem-se patrocinadores, apoiadores, fornecedores, licenciados e radiodifusores oficiais de uma edição individual dos Jogos Olímpicos.

> Parceiros TOP

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São aquelas empresas que integram o grupo de empresas que participam do programa TOP (Top Olympic Partners) do COI e que atuam como patrocinadores Olímpicos internacionais.

> Parque Olímpico

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Local que reúne a maior parte das instalações de competição para os Jogos Olímpicos.

> Patrocinador

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Uma empresa ou outra entidade comercial que tenha entrado em um acordo com uma organização Olímpica para fornecer apoio financeiro e em VIK à organização em troca de um pacote definido de direitos exclusivos de marketing. Em função de os programas de patrocínio no Movimento Olímpico existirem independentemente dentro de várias organizações Olímpicas e, muitas vezes, em vários níveis ou faixas dentro de uma determinada organização Olímpica, cada organização tem o direito de definir termos próprios para classificar os tipos de patrocinadores. São termos que servem para distinguir entre os diversos níveis de participação dentro de um programa de patrocínio.

> Patrocínio

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A área de Patrocínio tem a responsabilidade de incrementar receitas, contribuindo diretamente para o orçamento. Isto inclui a gestão do Contrato de Marketing Rio 2016/COI e patrocinadores TOP. A área de Patrocínio trabalha para atrair grandes parceiros e fornecedores para assegurar tanto aportes financeiros quando VIK para o Rio 2016.

> Período dos Jogos Olímpicos

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Um período de tempo, cujo início coincide com a data de abertura da Vila Olímpica e dos locais de treinamento e cujo término ocorre na data do fechamento da Vila Olímpica.

> Planejamento de Eventos-Teste

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Nesta fase, o comitê organizador planeja como testará suas preparações para os Jogos. Isto envolve o planejamento para realizar uma série de eventos, principalmente baseados nas instalações, mas também alguns baseados nas funções. Experiência e lições aprendidas com tais eventos são então incorporadas nos documentos de planejamento dos Jogos. Durante esta fase são preparados os planos operacionais dos eventos-teste especificamente relacionados às instalações ou às funções e os planos operacionais finais das áreas funcionais (aproximadamente G-20 meses a G-10 meses).

> Planejamento de Prontidão Operacional

gloss-games-management

A fase final de preparação para implementar os planos, incorporando exercícios de simulação e testes para ajustar a entrega (aproximadamente G-12 meses a G-1 mês).

> Planejamento Inicial (Foundation Planning)

gloss-games-management

A fase inicial de trabalho de cada comitê organizador começa quando a cidade-sede é eleita. Durante esta etapa o comitê organizador é instituído, o Conselho é formado, os profissionais de alta gerência são recrutados, a necessidade de legislação relacionada aos Jogos é identificada, a estrutura de governança corporativa é selecionada e a imagem dos Jogos é prevista. Nesta fase, são definidos o cronograma geral do COI/Comitê Organizador, a primeira versão do cronograma de construção de instalações e infraestrutura, a matriz de responsabilidade das instalações e da infraestrutura e o plano estratégico global (aproximadamente G-98 meses a G-66 meses).

> Planejamento Operacional (Operational Planning)

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Nesta fase, o comitê organizador passa por etapas cada vez mais detalhadas de planejamento, considerando as operações dos Jogos de acordo com uma estrutura, cronograma e metodologia definidos, bem como projetados para impulsionar a organização a um estado de prontidão para entregar os Jogos. Inicialmente, o foco está no planejamento funcional, quando cada função desenvolve seu plano estratégico. Durante esta fase, são preparados os planos estratégicos das áreas funcionais, conceitos de operações das áreas funcionais, conceito de operações de uma instalação genérica de competição, esboço de planos operacionais das áreas funcionais, plano operacional da instalação modelo de competição e esboços dos planos operacionais específicos às instalações (aproximadamente G-72 meses a G-12 meses).

> Plano Diretor dos Jogos

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Referência/parâmetro para a estruturação do projeto dos Jogos, elemento-chave para o planejamento dos Jogos.

> Plano Operacional da Instalação de Competição Modelo

gloss-venues

Documento produzido pelo Rio 2016 e seus parceiros, durante a fase de planejamento operacional, que detalha as operações em uma instalação de competição específica. Aplica-se ao planejamento alcançado no Conceito de Operações da Instalação Genérica de Competição para uma instalação e um esporte específicos. A instalação é selecionada pelo Rio 2016 para servir de modelo às operações de todos as demais instalações. O conteúdo inclui: descrição detalhada de como a instalação irá operar para produzir a competição esportiva; o papel e a interação das áreas funcionais durante as fases operacionais; o planejamento de atividade detalhado dia a dia; a agenda integrada da instalação; a estrutura específica da equipe da instalação; o design operacional/temporário (overlay) da instalação, incluindo fluxos de componentes, controle de comando e plano de comunicações; plano de alocação de pessoal; layouts dos espaços, plano de alocação de equipamentos e tecnologia, planos de resposta de emergência da instalação, de riscos operacionais e de contingências, políticas e procedimentos.

> Planos Operacionais das Áreas Funcionais

gloss-games-management

Documentos produzidos pelo Rio 2016 e seus parceiros durante a fase de planejamento operacional que dão continuidade ao material produzido na fase de confecção dos Conceitos de Operações das Área Funcionais. Esses planos precisam ser produzido pelas áreas funcionais que possuem operações fora das instalações.

> Planos Operacionais de Eventos-teste

gloss-games-management

Documentos produzidos pelas áreas funcionais que precisam testar certos aspectos das suas operações fora das instalações. Um plano é produzido para cada função que realiza tais testes.

> Planos Operacionais de Eventos-Teste específicos das Instalações

gloss-venues

Documentos produzidos pelo Rio 2016 e seus parceiros durante a fase de planejamento dos eventos-teste. Descrevem detalhadamente as operações específicas das instalações dos eventos-teste a serem realizados nas instalações. Os planos adaptam o esboço dos Planos Operacionais específicos para Instalações para adequar o contexto e os parâmetros dos eventos-teste. Um plano é produzido para cada evento-teste.

> Planos Operacionais específicos das Instalações

gloss-venues

Documentos produzidos pelo Rio 2016 e seus parceiros, durante a fase de planejamento operacional, que descrevem detalhadamente as operações específicas de todas as instalações de competição e não competição, com base no resultado do plano operacional da instalação modelo de competição. O conteúdo inclui: mesmos elementos constantes do plano operacional da instalação modelo de competição, porém aplicados para cada instalação específica. Há um documento para cada instalação. Um esboço é preparado e, em seguida, após uma fase de testes, o documento é finalizado.

> Processo de Candidatura

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Processo conduzido por uma cidade que deseja candidatar-se para sediar os Jogos Olímpicos.

> Programa Cultural

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A carta do COI afirma que o comitê organizador deve organizar um programa de eventos culturais, o qual deve servir para promover relações harmoniosas, a compreensão mútua e a amizade entre os participantes e outros pessoas que assistam aos Jogos Olímpicos. A função do Programa Cultural é destacar os valores compartilhados do esporte e das artes em termos de excelência, empenho e conquista, para promover as artes e a cultura da cidade-sede e do país-sede e, simultaneamente, abraçar uma dimensão cultural internacional. A intenção também é promover o esporte de forma dinâmica e aproveitar o contexto para promover o Olimpismo e os Jogos Olímpicos.

> Programa de Esportes Olímpicos

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O COI estabelece o programa dos Jogos Olímpicos, que inclui apenas um conjunto específicos de esportes. O Programa de Esportes Olímpico inclui esportes, disciplinas e eventos que são definidos na Carta Olímpica (Regra 52 da Carta Olímpica)

> Programa de Parceiro Olímpico

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É um programa de marketing Olímpico internacional criado pelo COI e que inclui os Comitês Organizadores dos Jogos, os Comitês Olímpicos Nacionais e os parceiros TOP (Top Olympic Partners).

> Programas de Marketing

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Planos ou atividades que geram receita ou outros tipos de apoio para o Movimento Olímpico, para uma organização específica dentro da Família Olímpica ou para a realização dos Jogos Olímpicos, geralmente através de relacionamentos com entidades comerciais privadas ou através do uso de marcas e imagens Olímpicas ou ambos.

> Proteção às Marcas

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Esforço de natureza variada feito por parte dos grupos Olímpicos para proteger os ativos de propriedade intelectual e os direitos contratuais de emissoras, patrocinadores, fornecedores e licenciados dos Jogos.

> Publicações / Serviços Editoriais

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Responsável pela produção de inúmeras publicações, impressas e/ou eletrônicas, cujo objetivo é transmitir de forma efetiva as mensagens essenciais relacionadas aos Jogos. A área de Publicações atua como uma prestadora de serviços para o Rio 2016 e assegura a entrega de serviços editoriais, de design e de produção de impressão

> Publicações de Esporte

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A área de Publicações de Esporte gerencia, produz e interage com os líderes de competição e serviços criativos para garantir publicações de qualidade que representam o esporte e seus interesses. Devido ao grande volume de publicações relacionadas ao esporte produzidas pelo Rio 2016 esta área tem sido em parte localizada dentro do Departamento de Esportes ou dentro da área de Serviços Editoriais.

> Questionário de Cidade Aspirante

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Na fase de apresentação do processo de candidatura, as cidades aspirantes são obrigadas a apresentar um documento contendo suas respostas ao questionário do Comitê Olímpico Internacional. O objetivo é fornecer ao COI uma visão geral do projeto da cidade com vistas a sediar os Jogos Olímpicos, o que permite uma primeira avaliação quanto à correspondência entre a adequação da cidade e as necessidades do Movimento Olímpico.

> Radiodifusão (Broadcasting)

gloss-media

Termo que se refere às funções do Radiodifusor Anfitrião /Organização Olímpica de Radiodifusão (Olympic Broadcasting Organisation - OBO).

> Radiodifusor Anfitrião

gloss-media

Termo que se refere às funções da Organização Olímpica de Radiodifusão (OBO).

> Recepção

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Programas de recepção (hospitality) podem ser realizados durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos para uma variedade de participantes dos Jogos incluindo patrocinadores/dignitários/convidados dos CONs/CPNs, patrocinadores, etc.

> Reconhecimento de patrocinador

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Ocorre quando há uma ação específica, normalmente de veículos de comunicação, para reconhecer o apoio de parceiros de marketing. Isso ocorre por meio de programa ativado por uma organização Olímpica que, em ações de relações públicas, publicidade e sinalização, indica para o público os parceiros de marketing, para promover sua associação com os Jogos Olímpicos, ou para expressar o reconhecimento pelo seu apoio ao Movimento Olímpico, antes e durante os Jogos.

> Recrutamento

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A área de Recrutamento se encarrega da busca e da seleção de candidatos que possam preencher postos de trabalho específicos. Neste grupo podem estar incluídos funcionários remunerados, voluntários e terceirizados.

> Regras de Acesso às Notícias

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Quando direitos exclusivos de transmissão dos Jogos Olímpicos são concedidos pelo COI a uma organização (TV) para um determinado território ("detentor dos direitos"), nenhuma outra pode transmitir som ou imagens de quaisquer eventos Olímpicos, incluindo ações esportivas, cerimônias de abertura, encerramento e medalhas, ou outras atividades (incluindo treinamento e entrevistas) que aconteçam em instalações Olímpicas naquele território. O acesso às notícias fica restrito ao que está previsto nas Regras de Acesso às Notícias do COI.

> Relações com a Comunidade

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Referência às relações externas do Rio 2016 com organizações locais e regionais, empresas e o público.

> Relações Governamentais

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Relações Governamentais é uma área que promove e gerencia as relações entre o Rio 2016 e os três níveis de governos, em suas diversas esferas. Um bom relacionamento com os governos é fundamental para que possa ser gerado apoio nacional e comunitário aos Jogos e também para que se estabeleça base para as negociações entre as áreas funcionais e agências governamentais especificamente envolvidas com as instalações e/ou serviços necessários para o planejamento e as operações dos Jogos.

> Relatório Oficial dos Jogos

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Após a conclusão dos Jogos, o Rio 2016 prepara uma publicação denominada Relatório Oficial, que detalha o planejamento, a organização e a celebração dos Jogos Olímpicos. Este relatório também inclui os resultados oficiais de competição. Este relatório é uma exigência de contrato de cidade-sede do Rio 2016 (Regra 60 da Carta Olímpica)

> Resultados Olímpicos e Serviços de Informação

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O Projeto Olímpico de Resultados e Serviços de Informação (ORIS) é operado pelo COI em conjunto com os representantes das Federações Internacionais, do Rio 2016 e da mídia. Ele define o conteúdo dos sistemas de resultados, esporte a esporte, (portanto, com reflexos no sistema INFO), para os Jogos Olímpicos.

> Revezamento de Tocha

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A área de Revezamento de Tocha é responsável pelo planejamento e pelo conjunto de atividades relacionadas à passagem da chama Olímpica vinda de Olímpia, na Grécia, até o país-sede e pelo circuito que é feito por todo o mesmo até a chegada ao Estádio Olímpico (Regra 67 da Carta Olímpica)

> Segurança

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A área de Segurança trabalha em colaboração com o governo federal, responsável pelo gerenciamento de todos os aspectos de segurança para os Jogos, incluindo proteção, segurança e resposta a catástrofes. Segurança também gerencia as áreas de apoio utilizadas pela equipe de segurança, tais como o centro de comando, controle de acesso e sala de espera/entrevista, para proporcionar um ambiente seguro para atletas, oficiais, VIPs, mídia, funcionários/voluntários do Rio 2016, patrocinadores e espectadores.

> Seminário dos Chefes de Missão

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Reunião de chefes de missão, realizada na cidade-sede, um ano antes dos Jogos Olímpicos para que o Comitê Organizador apresente os planos operacionais dos Jogos para cada CON.

> Serviço Olímpico de Notícias (Olympic News Services – ONS)

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O Serviço Olímpico de Notícias (ONS), estabelecido pela área de Operações de Imprensa do Rio 2016, fornece o conteúdo editorial para o INFO. O ONS funciona como uma agência interna de notícias para os Jogos Olímpicos, com sua equipe fornecendo prévias e comentários das competições esportivas para a INFO, avaliando conferências de imprensa e trazendo entrevistas, biografias dos competidores, dados históricos, assim como outras informações pontuais sobre os Jogos Olímpicos e comunicados de imprensa do COI e do Rio 2016.

> Serviço Paralímpico de Notícias (Paralympic News Service – PNS)

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O Serviço Paralímpico de Notícias (PNS) é gerenciado dentro da área funcional de Operações de Imprensa, fornecendo notícias e informações durante os Jogos, na forma de relatórios de notícias sobre eventos, de entrevistas de atletas, de comunicados oficiais das Federações Internacionais. Também provê informações básicas tais como biografias de atletas, dados históricos, fatos e números gerais. O PNS atua como administrador de conteúdo para o sistema INFO.

> Serviço Paralímpico de Notícias (PNS)

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É gerenciado dentro da área funcional denominada Operações de Imprensa, fornecendo notícias durante os Jogos e informações sob a forma de relatórios sobre eventos, com citações de atletas, comunicações oficiais das Federações Internacionais, bem como dados básicos tais como biografias de esportistas, dados históricos, fatos e números etc. O PNS atua como o gerenciador de conteúdo para o Sistema INFO.

> Serviços aos CONs

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Refere-se ao gerenciamento das relações entre o Rio 2016 e os Comitês Olímpicos Nacionais.

> Serviços aos Patrocinadores (Partner Services)

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Serviços aos patrocinadores envolvem o conjunto de atividades de fornecimento de serviços ao patrocinador (questões de hospedagem) e de atendimento geral às operações durante o período de realização dos Jogos (gestão das instalações). Também incluem a assunção de responsabilidades relacionadas às aprovações das marcas e ao cumprimento contratual com os parceiros.

> Serviços da Família Olímpica

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Esta área responde pela gestão de serviços e pela comunicação com o Comitê Olímpico Internacional e outros órgãos Olímpicos internacionais, bem como pelo gerenciamento de questões de Protocolo Olímpico, inclusive recepção de Chefes de Estado.

> Serviços de Esportes

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Garante que os requisitos do esporte estejam orientando o planejamento, o uso e a operação da tecnologia nas competições, tanto nos eventos-teste quanto nos Jogos Olímpicos. Esta área considera, em geral, as exigências de Inscrições e Qualificação Esportivas, Apresentação do Esporte e Resultados.

> Serviços de Tradução e Interpretação

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A área de Serviços de Tradução e Interpretação garante o uso adequado dos dois idiomas oficiais do Movimento Olímpico francês e inglês e fornece serviços de alta qualidade e abrangentes à Família Olímpica (incluindo a mídia) tanto na fase de preparação quanto durante os Jogos Olímpicos.

> Serviços dos Jogos

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Serviços dos Jogos são um termo genérico frequentemente usado para o grupo de áreas funcionais que fornecem uma gama de serviços especiais para as instalações, aos membros da Família Olímpica e Paralímpica e/ou ao público em geral, tais como acomodação, credenciamento e segurança.

> Serviços Médicos

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Assegura manutenção das atividades de fornecimento de serviços médicos abrangentes, acessíveis e eficientes durante os Jogos, atendendo aos atletas, VIPs e espectadores.

> Serviços Olímpicos de Radiodifusão (Olympic Broadcasting Services – OBS)

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Os Serviços Olímpicos de Radiodifusão (OBS) são uma empresa suíça criada pelo COI, especificamente para cumprir a função de Radiodifusor Anfitrião/OBO para os Jogos Olímpicos. A OBS é responsável por produzir e distribuir a cobertura internacional de televisão e de rádio dos Jogos, conforme estipulado pelo COI. Ela cuida do Centro Internacional de Radiodifusão (IBC), que é a sede da operação de rádio e televisão durante os Jogos; coordena e fornece instalações de radiodifusão e serviços tanto nas áreas de competição como no IBC para os detentores dos direitos; representa as necessidades dos detentores de direitos dentro do Rio 2016 no que diz respeito aos serviços; sempre que necessário, atua como produtora de matérias e mantém um serviço de arquivamento Olímpico para os detentores de direitos.

> Sessão do COI

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Assembleia Geral dos membros do Comitê Olímpico Internacional, realizada pelo menos uma vez ao ano. A sessão é o fórum supremo do COI onde se adota, se modifica e se interpreta a Carta Olímpica. As decisões tomadas neste fórum são finais. Na sessão podem ser delegados poderes ao Conselho Executivo do COI (Regra 22 da Carta Olímpica).

> Símbolo do IPC

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Consiste na imagem composta por três Agitos que representam o Espírito em Movimento. Detalhes dos direitos de uso podem ser obtidos com o IPC.

> Símbolo Olímpico

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O emblema composto por cinco aros entrelaçados representa o Movimento Olímpico e os Jogos Olímpicos e é marca registrada de propriedade do COI, que mantém o design oficial guardado em sua sede. O símbolo Olímpico representa a união dos cinco continentes e o encontro de atletas de todo o mundo graças aos Jogos. Todos os direitos de uso do símbolo Olímpico pertencem exclusivamente ao COI (Regra 12 da Carta Olímpica)

> Sistema INFO

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INFO é um sistema de informação online da intranet disponibilizado durante os Jogos, acessado através de terminais espalhados por todas as instalações e pela Vila Olímpica e Paralímpíca, entre outros locais. O conteúdo inclui horários das competições, informações sobre os esportes, biografias de atletas, comentários e prévias dos eventos. Traz ainda: relatórios de conferência de imprensa, entrevistas, comunicados de imprensa, bem como relatórios meteorológicos e informações de transporte.

> Sistemas de Gerenciamento dos Jogos

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Os Sistemas de Gerenciamento dos Jogos (GMS) são aplicáveis em áreas que lidam com a administração dos Jogos, com responsabilidade na organização dos mesmos. Exemplos destas áreas são de credenciamento, recursos humanos, transporte, controle de acesso e logística.

> Sistemas de Informação

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Uma área organizacional dentro da AF de Tecnologia que lida com sistemas e serviços baseados em tecnologias de informação (computadores e redes de dados). O termo tecnologia da informação é, algumas vezes, utilizado como sinônimo para Sistemas de Informação.

> Sistemas de Resultados

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Os Sistemas de Resultados integram a família de aplicativos que abrangem coleta, processamento e distribuição de informações relativas a eventos de competição. Alguns exemplos são os relatórios impressos, tais como listas de largada, horários dos eventos e resultados de competição, que alimentam o INFO, CIS, Internet e a Transmissão de Dados de Resultados.

> Suprimentos

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A área de Suprimentos cuida do planejamento, da implementação e da gestão da compra e/ou aquisição de equipamentos, bens e serviços conforme necessário e visando sempre a organização eficiente dos Jogos. Suprimentos cuida dos processos de obtenção de bens pelo Rio 2016 por meio de compra ou de VIK.

> Tecnologia

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A área de tecnologia engloba todos os aspectos de tecnologia exigidos pelo Rio 2016 para os Jogos, incluindo serviços de informática, telecomunicações e aplicações de sistemas dos Jogos. Isto inclui hardware, software, áreas de apoio e serviços necessários para a operação das competições e instalações Olímpicas, para o processamento de dados, funcionamento das salas de computadores, processamento e divulgação de resultados, cronometragem e pontuação, operação de telecomunicações, comunicação nas instalações, entrega dos serviços de comunicação ao público e salas de equipamento.

> Tocha Olímpica

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Tochas Olímpicas são utilizadas, juntamente com lamparinas, para transportar a chama Olímpica desde Olímpia, na Grécia, até a cidade-sede, mais precisamente até o Estádio Olímpico (Regra 18 da Carta Olímpica).

> Transporte

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A área garante a coordenação e gestão da entrega de serviços seguros e confiáveis de transporte para a Família Olímpica e Paralímpica, dando prioridade aos atletas. Esta área também é responsável por garantir o fornecimento de transporte público eficiente até as instalações de competição e/ou até quaisquer outras instalações, de modo a atender a demanda de espectadores e a permitir que a comunidade anfitriã não tenha problemas de mobilidade durante os Jogos. O trabalho da área de Transporte visa proporcionar uma gestão eficaz da rede de tráfego e transporte, minimizando assim o impacto de eventuais incidentes sobre a entrega de todos os serviços durante os Jogos Olímpicos.

> Uniformes

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A área de Uniformes é responsável pelo planejamento, design, aquisição e distribuição de uniformes e acessórios para a força de trabalho e os oficiais técnicos dos Jogos. Isso inclui todos os funcionários, voluntários e prestadores de serviço selecionados. Esta área também é responsável pelo fornecimento de uniformes para ocasiões específicas do pré-Jogos, como os eventos-teste.

> Value in Kind –(VIK)

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Na tradução literal: Valor em espécie. É o fornecimento de qualquer contribuição não-monetária a título de apoio por parte de um patrocinador para uma organização Olímpica, muitas vezes sob a forma de produtos, serviços, expertise e mobilização de pessoal. O valor dos bens ou serviços ou vantagens de marketing que serão fornecidos por, ou em conexão com, qualquer tipo de publicidade, concessão ou permissão de direitos promocionais, comerciais ou de qualquer outro tipo e que são uma adição ou alternativa a uma contrapartida em dinheiro.

> Venuisation

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Venuisation é a evolução do Rio 2016 de organização baseada na função para uma organização baseada nas instalações (venues).

> Vila da Mídia

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Oferece acomodações e serviços para os representantes da mídia credenciada nos Jogos, incluindo imprensa e fotógrafos.

> Vila Olímpica

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A Vila Olímpica é um complexo de hospedagem seguro reservado exclusivamente para atletas e para os oficiais que os acompanham (Regra 42 da Carta Olímpica)

> Voluntários

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Voluntários são integrantes não-pagos da equipe do Rio 2016, que são selecionados e gerenciados pelo Comitê Organizador dos Jogos. A área de Voluntários cuida especificamente deste grupo e é responsável, exclusivamente e/ou em conjunto com outras áreas funcionais, pelo recrutamento, formação, gerenciamento, reconhecimento e retenção do número de voluntários para apoiar efetivamente a entrega dos Jogos e eventos relacionados.

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