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09/01/2014

Usain Bolt planeja aposentadoria em clima de festa nos Jogos Rio 2016

Velocista jamaicano quer fazer história na 'Cidade Maravilhosa' antes de deixar as pistas de atletismo

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Bolt comemora o recorde mundial dos 4x100m na final Olímpica de Londres-2012 com o 'Mobot' (Foto: Getty Images/Michael Steele)

O destino é mesmo muito generoso com Usain Bolt. A estrela jamaicana do atletismo, um dos principais destaques do esporte mundial, poderá se despedir dos Jogos Olímpicos no dia de seu aniversário de 30 anos, durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Rio 2016, em 21 de agosto. Campeão Olímpico nos 100m, 200m e no revezamento 4x100m nos Jogos de Pequim 2008 e Londres 2012, Bolt quer fazer história no Rio, antes de deixar as pistas de atletismo, e conquistar, pela terceira vez consecutiva, o ouro nas três provas. 

“Meu objetivo nos Jogos do Rio é defender meus títulos Olímpicos de Pequim e Londres nos 100m, 200m e no 4x100m. Planejo me aposentar no fim da temporada de 2016 ou em 2017. Ainda não tinha olhado o calendário do Rio 2016, mas é bom saber (que seu aniversário coincide com a cerimônia de encerramento) e espero ter muitas razões para comemorar”, disse o jamaicano, em entrevista exclusiva ao site rio2016.com.

Bolt, que esteve no Brasil em março de 2013, participando de um desafio de 150m na Praia de Copacabana, acredita que a energia dos brasileiros será o grande diferencial dos Jogos Rio 2016.

“Os brasileiros têm uma paixão enorme e criarão uma energia especial nos estádios e na cidade. Já fui ao Rio duas vezes. Tive muita sorte de fazer um passeio de helicóptero e poder ver a paisagem e as praias da cidade lá de cima. É um lugar maravilhoso. Espero que os Jogos do Rio sejam uma grande festa e estou ansioso para celebrar”, afirma o velocista.

Dono de dez medalhas em Campeonatos Mundiais (oito de ouro e duas de prata), Bolt já faz planos para seu futuro fora das pistas. O atleta, fã do clube inglês Manchester United, considera a possiblidade de jogar futebol quando pendurar as sapatilhas.

“A melhor coisa da profissão é viajar por todo o mundo e conhecer lugares novos. E a pior é o altíssimo nível de esforço e dedicação que são necessários para estar no topo. Quando eu deixar o atletismo, vou dar um tempo nos treinamentos e vou me dedicar a alguns negócios e a ao trabalho na Fundação Usain Bolt. Gostaria de tentar jogar futebol profissional também”, revela o “Raio” jamaicano.

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