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06/07/2012

QUEM FAZ: José Arthur Peixoto, Analista de Gestão do Conhecimento

Colaborador organiza o conhecimento gerado no Programa de Observadores do Rio 2016™ nos Jogos de Londres

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José Arthur Peixoto é analista de gestão de conhecimento (Foto: Foto: Rio 2016)

Para bilhões de fãs em todo o mundo, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Londres 2012 começam no dia 27 de julho. Para Rio 2016™, já começaram. A última edição do maior evento esportivo do planeta antes de aportar no Brasil é observada em cada detalhe pela equipe do Comitê Organizador. Responsável pela gestão do conhecimento gerado, o analista José Arthur Peixoto fecha um ciclo de trabalho de mais de seis meses. O desafio, porém, está apenas começando.

Serão 143 profissionais, de 53 áreas funcionais, deslocados para a observação in loco dos mais de 40 dias de operação entre a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos e a Cerimônia de Encerramento dos Jogos Paralímpicos de Londres. Significa quase a metade dos colaboradores do Comitê Organizador Rio 2016™. Alguns estão “emprestados” à organização dos Jogos de Londres há mais tempo, em um programa chamado Secondment. Outros participarão como shadows, ou sombras de determinado profissional do Comitê Organizador de Londres. Retornarão ao Brasil com mais conhecimento e uma edição de Jogos no currículo, experiência essencial para os próximos quatro anos.

“As áreas já fazem visitas regulares a Londres desde o estabelecimento do Comitê Organizador Rio 2016™ em 2010. Agora, presenciaremos o grande momento. Os olhos do mundo estarão voltados para nós logo em seguida. É um momento muito importante estrategicamente. Vivenciaremos a experiência, aprenderemos. Depois, consolidaremos esta informação para que ela seja passada para os colaboradores que não foram e os milhares que ainda serão contratados nos próximos anos”, afirma José Arthur.

Transferência de conhecimento

Cada observador está responsável por um relatório minucioso, incluindo questões gerais sobre os Jogos, feitas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), e outras específicas sobre a sua área funcional. Além disso, será feito o registro das atividades em fotografias, que resultarão em um grande banco de imagens da experiência Rio 2016™ em Londres. As áreas funcionais consolidarão suas informações e a área de Gestão do Conhecimento encaminhará um documento final para o COI e o IPC. As instituições internacionais são as responsáveis pela troca entre as cidades.

No próximo mês de novembro, no Rio de Janeiro, o Comitê Organizador de Londres 2012 fará ainda o debriefing, cerca de dez dias de apresentações sobre a experiência de sediar os Jogos. Participam deste momento não só Rio 2016™, mas também os organizadores dos próximos Jogos Olímpicos de inverno, Sochi 2014 e Pyeongchang 2018, e os candidatos à organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020. O debriefing é parte da estratégia de transferência de conhecimento do COI.

“Estamos aprendendo com Londres, aprenderemos com Sochi e teremos a missão de passar conhecimento para as próximas sedes também. Nosso contato com o comitê de Londres é constante, e a gentileza dos nossos colegas britânicos é exemplar. Essa transferência de informações é essencial. A experiência deles nos indica muitos dos caminhos a serem trilhados”, diz o analista.

Relatórios anuais sobre a experiência de organizar os Jogos

A experiência de organizar o maior e mais complexo evento esportivo do mundo é documentada ano a ano em relatórios de cada área funcional. Os Knowledge Reports consolidam a memória da organização dos Jogos e servirão para as próximas edições como referência. Documentos como este, publicações relacionadas à história olímpica e novas obras cujo tema seja o esporte e os Jogos estarão reunidos em uma biblioteca sob a responsabilidade da área de Gestão do Conhecimento.

“Londres, por exemplo, nos oferece diversos documentos e manuais que foram passados de outros Jogos para eles. São conteúdo extremamente valioso para o trabalho do Rio 2016™. Uma edição de Jogos Olímpicos não é uma construção de uma cidade ou de um país apenas. É uma trajetória de décadas de troca, intercâmbio, que faz com que os eventos cresçam e se desenvolvam, e o Movimento Olímpico se fortaleça”, conclui José Arthur.

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